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Um cara muito especial (3)
30/07/2010
 

Almeidinha era tŪmido, mas nunca foi santo, embora ultimamente e por forÁa das circunst‚ncias andasse no caminho, digamos, da beatificaÁ„o. Desconfiou que talvez pudesse reviver os bons tempos em que, mesmo tŪmido, era o Rei das Cantadas Ė e cantou:

-- Vida, sonhos, amores... Complicado, hein! Acho que vocÍ precisa mesmo de um professor.

Ela tambťm sabia jogar o jogo e a resposta n„o poderia ser mais sugestiva:

-- VocÍ conhece algum?

Fez-se um silÍncio cķmplice e gostoso entre ambos.

Pena que alguns desavisados quebrassem o clima ao se aproximarem para, sem serem chamados, participar do assunto que em nada lhes dizia respeito.

-- E aŪ os dois de segredinhos? Tambťm queremos saber das novidades...

Ambos sentiram-se desconfortŠveis com a presenÁa dos inconvenientes que, por persistirem ali, se tornavam mais inconvenientes ainda.

Ela ent„o se levantou como se houvesse dado a sua hora.

-- Vou indo... Foi um prazer revÍ-los.

Olhou para Almeidinha Ė e sů para o Almeidinha Ė e antes de partir disse:

-- Eu volto pra gente terminar esse papo, mestre.

-- Atrapalhamos alguma coisa? - comentaram os obtusos rapazes, assim que a moÁa se afastou.

Insinuaram desculparem-se pela obtusa intromiss„o, mas ele dispensou a hipocrisia dos idiotas e fez um sinal com as m„os que estava ďtudo bemĒ.

No preciso momento em que se viu sů, o homem das gravatas fininhas, fininhas, de cores sůbrias, que mal escondiam as marcas indelťveis do coraÁ„o apaixonado, lamentou que n„o haveria a tal volta. JŠ vivera o suficiente para saber que hŠ coisas que sim e outras que n„o.

Ademais, como ele gostava de dizer, estava naquela idade em que tanto faz o sim ou n„o das coisas.


** FOTO NO BLOG: Bariloche/arquivo pessoal

 
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