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Namorido (2)
28/01/2011
 

Definitivamente. N„o era o que ela queria.

A eterna namorida.

TŠ bom, sim. Ele que vŠ pensando...

Como disse no inŪcio do post de ontem, ela queria reaprumar a vida.

O que equivaleria dizer o seguinte:

A moÁa queria mesmo era casar, morar junto, dividir os lenÁůis e as contas.Ser igual a todas as amigas.

N„o queria enquadrŠ-lo ou prensŠ-lo contra a parede.

N„o era o melhor caminho.

Poderia inclusive quebrar o encanto.

Depois, ambos jŠ eram crescidinhos.

Ela saberia fazer com que Raul entendesse que a vida comum-comum era o que lhes cabia. Por sorte e direito.

Pensou em envolvÍ-lo numa estratťgia.

Por caminhos indiretos, daria toques e retoques para convencÍ-lo.

ComeÁou assim que foram ao shopping.

Trocou as vitrines das lojas de perfumes, sapatos e roupas femininas por visitas e consultas ŗs de artigos para o lar.

AŪ, nesses momentos, era průdiga em comentŠrios bem sugestivos.

-- Nossa, como seria bom, acordar todos os dias com vocÍ em lenÁůis de macios como esses de malha!

-- Uma cafeteira italiana como essa na nossa casa - quer dizer, em casa Ė e eu
faria o melhor cafť do mundo para o meu amor!

-- AfÍ, olha amor, que panela de fondue. JŠ imaginou as delŪcias que poderŪamos viver se tivťssemos uma em nossa casa Ė quer dizer, em casa?

Ela observou que os olhos de Raul brilhavam desejosos Ė diria atť, gulosos Ė por essas especiarias.

Concluiu, por extens„o, que estava no rumo certo.

AliŠs, sem exagero, por dias seguidos, ele continuou ora lembrando dos lenÁůis, ora do cafť, ora do fondue.

Ele parecia salivar:

-- Miam miam miam.

De boba, ela n„o tinha nada. ReforÁava a sensaÁ„o prazerosa como podia:

-- JŠ pensou, MŰ, todos os nossos dias e noites seriam de festa...

* amanh„ continua

 
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