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Até breve, Raphael Veiga!

Foto: Palmeiras/Divulgação

Torcida amiga, bom dia!

Estou surpreso com “as galas, pompas e circunstâncias”, expressão que me lembra sempre o saudoso amigo, o jornalista e historiador Ismael Fernandes que a usava sempre que “as galas, pompas e circunstâncias” se lhe aparecessem em sua coluna de TV na Gazeta do Ipiranga… – enfim, sem hora da saudade, meu preclaro escrevinhador, vá direto ao assunto de hoje que, aliás, é o mesmo da crônica de sábado, dia 31:

Raphael Veiga

Pois, então, como dizia…

Estou surpreso com “as galas, pompas e circunstâncias” com que o craque deixou o Meu Verdão.

Sua despedida oficial deu-se nesta terça-feira banhada, lavada e enxaguada em pura emoção.

De certa forma, embora com anos de janela no chamado trem da vida, também sou tocado pelo sentimento de “prévia saudade” por tudo que os tifosi palestrinos viveram na – permitam-me chamar de… – Era Raphael Veiga.

Uma Era, com E em letra maiúscula, sim, pois foram tantas e tamanhas as conquistas.

Bom de se lembrar!

Eu também venho de longe, meus caros.

Dos anos 50.

Sinceramente, não lembro outro boleiro tão identificado com o Palmeiras.

Se meu pai, o Velho Aldo, estivesse vivo, talvez – e eu disse talvez, pois não tenho certeza -, ele citasse Oberdan Catani que não vi jogar.

Da minha parte, separei alguns nomes para integrar o panteão dos heróis da minha humilde trajetória como torcedor:

Jair da Rosa Pinto

José Altafini Mazzola

Chinesinho

Júlio Botelho

Djalma Santos

Leão

Luís Pereira

Ademir da Guia

Marcos

e …

Citei nove nomes, o 10°, em ordem cronológica, é o de Raphael Veiga.

Até breve, campeão!

A carta e o “até breve” do nosso camisa 23:

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