Foto: capa do disco O Bidú, Silêncio no Brooklin (1967)/Divulgação
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Saudemos um dos bem-aventurados ‘que prezam pela alegria do mundo’.
São raros, ok. Mas ainda bem que existem – e nos trazem estilhas de esperança e luz.
Saudemos Jorge Lima de Menezes, o Babulina.
Saudemos Jorge Ben, o Bidú da Jovem Guarda.
Saudemos Jorge Ben Jor, o alquimista musical.
Hoje, ele completa 87 anos de vida, sonhos e lindos sambatuques.
Saudemos, pois é sempre oportuno e justo reverenciar a quem merece e, assim, louvar o que deve ser louvado.
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Vou lhes dizer – e, creiam, não há exageros.
Conheço um garoto sardento e algo intimidado com as coisas do mundo que, lá pelos idos de 1963, ao escutar no rádio os três primeiros grandes sucessos do então priomissor talento de Jorge Ben encantou-se como nunca dantes. E, dessa incrível revelação, o Reino Unido do Cambuci – onde o menino morava – e o Planeta encheram-se de poesia, sons, cores e amores.
Desconfio que os amigos leitores têm uma vaga ideia de quem sou o garoto que ainda, tantos e tantíssimos anos depois, ainda ouve as canções de Ben Jor e, a partir delas, insiste em acreditar que a vida se renova, faz sentido e ainda há chance de dias melhores.
Paz e Amor.
Salve Jorge!
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TRILHA SONORA
e foi assim que tudo começou…
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