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Edu Gaspar na FPF

“O jargão no futebol de que o jogador morre duas vezes (a primeira, quando para de jogar) não cabe a Edu (Gaspar). A transição natura para uma vida de gerente e empresário já o animava n a época em que dava seus últimos chutes no gramado e, como menino das categorias de base que põe como meta chegar ao clube do coração ou à seleção brasileira, ele também mostra desejos dentro do novo campo que passou a conviver.

Ambientado às papeladas, contratos e com jogo de cintura, Edu Gaspar vê a Federação Paulista de Futebol como uma boa opção para o futuro.

– Acho que Federação Paulista tem uma demanda legal de necessidades que alguém poderia dar uma chacoalhada para melhorar o futebol regional.

Reformular uma competição diariamente criticada por conta da influência que tem no inchado calendário do futebol nacional, valorizar mais os times tradicionais do interior do Estado e aproveitar melhor o uso da marca. São ideias que alimentam o desejo de Edu Gaspar e reforçam que, apesar da relação histórica com o Corinthians, hoje ele se mostra cada vez mais apaixonado oela realidade de gerente. O terno, a gravata, os papeis e a caneta o motivam mais do que a chuteira e a bola atualmente.”

*Trecho do livrorreportagem “Edu Gaspar – Da Bola à Gravata” apresentado como trabalho de conclusão do curso de jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo pelos estudantes André Donke, Guilherme Amaro, Gustavo Carneiro, Heitor Neves e Lucas Puente. Com orientação do prof. Jorge Tarquini. Participei da banca ao lado do jornalista Leonardo Bertozi e do próprio Tarquini.

Eles foram aprovados pelo bel trabalho e, de quebra, revelaram os planos de Edu Gaspar para médio prazo; muito provavelmente com as bênçãos de Andres Sanches provável candidato a candidato à presidência da CBF em abril próximo. Parabéns!

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