{"id":10365,"date":"2006-10-06T00:00:00","date_gmt":"2006-10-06T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T20:02:28","modified_gmt":"2017-09-15T20:02:28","slug":"leia-esta-cancao-3","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/leia-esta-cancao-3\/","title":{"rendered":"Leia esta can\u00e7\u00e3o 3"},"content":{"rendered":"<p>&quot;Tire o seu sorriso do caminho. Que eu quero passar com a minha dor&quot; <\/p>\n<p>N\u00e3o sei se se confirma. Mas, parece que houve um concurso em r\u00e1dio ou revista para escolher os versos mais bonitos da m\u00fasica popular brasileira. N\u00e3o teve pra ningu\u00e9m. Venceram os que comp\u00f5em a can\u00e7\u00e3o &quot;A Flor e o Espinho&quot;, assinada por N\u00e9lson Cavaquinho e Guilherme de Brito. N\u00e9lson fez a melodia, os versos s\u00e3o de Brito. O cl\u00e1ssico foi composto em 1957, mas sua verdade \u00e9 para sempre.<\/p>\n<p>&quot; Tire o seu sorriso do caminho\/Que eu quero passar com a minha dor\/<br \/>\n  Hoje pra voc\u00ea eu sou espinho\/Espinho n\u00e3o machuca a flor\/<br \/>\n  Eu s\u00f3 errei quando juntei minha alma \u00e0 sua\/<br \/>\n  O sol n\u00e3o pode viver perto da lua. &quot;<\/p>\n<p>II.<\/p>\n<p>&quot;Naquela tarde, Ferreira driblou, passou, chutou. O mesmo que sempre acontecia no campinho de terra batida de Bangu, sub\u00farbio carioca onde nasceu em 3 de abril de 1942. Ao final do jogo, o treinador olhou bem para aquele menino t\u00edmido e perguntou: \u201cpera\u00ed, voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 o filho do Domingos da Guia? P\u00f4, ent\u00e3o, vem treinar aqui no s\u00e1bado, vai ter um jogo, e tal\u201d. Pronto, seu plano havia dado errado mais uma vez. E o Ferreira percebia que jamais conseguiria passar em uma peneira simplesmente como gostaria. An\u00f4nimo. Apenas mais um Ferreira entre tantos Silva. Pegou o \u00f4nibus de volta para casa.&quot;<\/p>\n<p>Uma alegria para os palmeirenses que vivem um per\u00edodo triste. Um perf\u00edl do maior \u00eddolo da hist\u00f3ria do clube, Ademir da Guia. Escreve um promissor craque do jornalismo esportivo, Renan Cacioli. Na se\u00e7\u00e3o Uns e Outros. Leia!<\/p>\n<p>III.<\/p>\n<p>&quot;Dessa vez, voei para c\u00e9u escoc\u00eas. C\u00e9u de nuvens pesadas que se misturam com o azul. C\u00e9u por onde quatro esta\u00e7\u00f5es passam em apenas um dia. C\u00e9u de nuvens levadas constantemente por um vento frio e forte do Mar do Norte.&quot;<\/p>\n<p>Um texto encantado da jornalista Vanessa Schultz que est\u00e1 morando na Esc\u00f3cia. Para os amigos &#8211; ex-alunos de jornalismo da Universidade Metodista -, a chance de adocicar poeticamente a saudade que a Queijinho deixou. Para os leitores em geral, um texto de primeira em que a emo\u00e7\u00e3o dita o tom e o ritmo. Para mim, uma honra receb\u00ea-la na se\u00e7\u00e3o Uns e Outros.<\/p>\n<p>IV.<\/p>\n<p>O texto do jornalista e professor Jorge Tarquini &#8211; Uma Fant\u00e1stica Viagem Chamada Jornalismo &#8211; sai do destaque, mas continua como um dos mais acessados do site. Tamb\u00e9m na se\u00e7\u00e3o Uns e Outros<\/p>\n<p>Divirtam-se!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&quot;Tire o seu sorriso do caminho. Que eu quero passar com a minha dor&quot; <\/p>\n<p>N\u00e3o sei se se confirma. 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