{"id":10410,"date":"2006-11-07T00:00:00","date_gmt":"2006-11-07T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T20:02:23","modified_gmt":"2017-09-15T20:02:23","slug":"zazueira","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/zazueira\/","title":{"rendered":"Zazueira"},"content":{"rendered":"<p>De som em som. De sil\u00eancio em sil\u00eancio, o homem &#8211; sim, porque era um homem, n\u00e3o um rapaz, menos ainda um moleque, era um homem &quot;no melhor momento da vida&quot;, gostava de dizer &#8211; pois como eu dizia, o homem assim escrevia, passo a passo, a pr\u00f3pria hist\u00f3ria&#8230; <\/p>\n<p>Sempre se orgulhou de estar &quot;no controle&quot;, como tamb\u00e9m gostava de dizer. Ali\u00e1s, como os prezados leitores podem perceber, o dito-cujo gostava de dizer tantas coisas sobre ele mesmo, os outros e tantos e tamanhos. Ia de romances, aventuras, mist\u00e9rios. Que, para lhes ser sincero, n\u00e3o raras vezes seus interlocutores &#8211; entre os quais me incluo, para o bem ou para o mal &#8211; n\u00e3o sabiam se ele era ele ou se era uma das tantas hist\u00f3rias que contava\/inventava&#8230; <\/p>\n<p>Pois esse homem, creiam, um dia me disse que era capaz de se transformar em can\u00e7\u00e3o. Eu sei, voc\u00eas podem estar me achando maluco &#8211; e reconhe\u00e7o que n\u00e3o ser\u00e3o os primeiros, nem os \u00fanicos -, mas, s\u00f3 estou vendendo o peixe como comprei. Se quiserem, posso parar por aqui?<\/p>\n<p>Se quiserem ler a hist\u00f3ria &#8211; porque \u00e9 \u00f3bvio que n\u00e3o parei &#8211; acessem o \u00edcone Parangol\u00e9s, a\u00ed na coluna \u00e0 direita. Leia: &quot;Zazueira&quot;. Ou &quot; O homem que virou can\u00e7\u00e3o&quot;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De som em som. De sil\u00eancio em sil\u00eancio, o homem &#8211; sim, porque era um homem, n\u00e3o um rapaz, menos ainda um moleque, era um homem &quot;no melhor momento da vida&quot;,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-10410","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10410","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10410"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10410\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17453,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10410\/revisions\/17453"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10410"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10410"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10410"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}