{"id":11043,"date":"2008-07-31T00:00:00","date_gmt":"2008-07-31T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T19:48:41","modified_gmt":"2017-09-15T19:48:41","slug":"gino-bruno","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/gino-bruno\/","title":{"rendered":"Gino Bruno"},"content":{"rendered":"<p>Tenho um programa de controle de visitas ao blog que me permite visualizar quais s\u00e3o as palavras chaves mais procuradas pelos internautas at\u00e9 que alcancem o supremo mart\u00edrio de ler as bobagens que eu escrevo, com ares de poeta e alma de rep\u00f3rter vira-lata que sempre fui e serei&#8230;<\/p>\n<p>Inevit\u00e1vel que, entre as mais procuradas, estejam \u2018rodolfo martino\u2019, \u2018rodolfo carlos martino\u2019, \u2018blog do rodolfo martino\u2019 e outras refer\u00eancias ao meu nome e ao site ou ao blog que mantenho no UOL. <\/p>\n<p>Claro que outras express\u00f5es sempre se fazem presentes entre as mais mais, que, de resto, n\u00e3o s\u00e3o tantas assim. \u201cMorar em Buenos Aires\u201d \u2013 refer\u00eancia a uma cr\u00f4nica que postei em Parangol\u00e9s \u2013 \u00e9 uma delas. Outra express\u00e3o que me chama aten\u00e7\u00e3o pela procura \u00e9 a \u201cc\u00e2imbra nas costas\u201d. Estranho, n\u00e9? Nem tanto, se pensarmos um bocadinho mais. H\u00e1 um ou dois textos postados sobre a terr\u00edvel experi\u00eancia que vivi em minha estada no Chile h\u00e1 alguns anos. Uma \u201ccrise de dolor lombar\u201d, como disse o doutor que me atendeu, me deixou prostrado tr\u00eas dias no leito de um hospital em Porto Vara. Sei, portanto, o tamanho do desespero que se nos abate quando a tal se pronuncia. \u00d3bvio que, ensandecidos pela dor, recorremos a tudo em busca de solu\u00e7\u00e3o para os nossos ais \u2013 inclusive ao S\u00e3o Google. Que, por sua vez, trata de remeter os desesperados ao meu singelo texto \u201cPelas Terras de Neruda\u201d, que tamb\u00e9m na se\u00e7\u00e3o Parangol\u00e9s.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m aparecem alguns nomes de pessoas queridas que h\u00e1 muito n\u00e3o vejo \u2013 e que, por um motivo ou outro, s\u00e3o personagens queridos das minhas cr\u00f4nicas. \u00c0s vezes, me pergunto, se deveria tentar um contato com elas. Mas, depois me toco que elas sabem onde e como me encontrar e que talvez, muito provavelmente, n\u00e3o queiram ser importunadas. Coisa deste mundo moderno a cada dia mais virtual e sombrio aos olhos de quem nasceu no Cambuci nos idos de 50.<\/p>\n<p>Bem, nove fora a nostalgia quase que inerente aos meus textos, voltamos \u00e0s palavras chaves. Neste m\u00eas de julho que ora se finda, as que me deixaram mais comovidos foram as que se relacionaram ao texto \u201cRetrospectiva Valiosa\u201d \u2013 postado em Reportagens. <\/p>\n<p>Trata-se, pois, de uma reportagem que fiz em junho de 1998 sobre a obra do artista pl\u00e1stico italiano Gino Bruno, que falecera um ano antes. \u00c9 freq\u00fcente aparecerem pessoas que possuem telas ou apenas desejem trocar id\u00e9ias com outras interessadas na obra do artista &#8211; contempor\u00e2neo de Bonadei, Ianelli, Portinari e Volpi que, como s\u00f3 e acontecer, morou e viveu grande parte da sua vida no Cambuci. <\/p>\n<p>Interessante perceber \u2013 quase sentir \u2013 como os verdadeiros artistas driblam o tempo e flertam com a eternidade.<\/p>\n<p>* Em tempo.<br \/>\nGino Bruno morava pr\u00f3ximo do Jardim da Aclima\u00e7\u00e3o, regi\u00e3o que em priscas eras pertenceu ao Principado do Cambuci.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tenho um programa de controle de visitas ao blog que me permite visualizar quais s\u00e3o as palavras chaves mais procuradas pelos internautas at\u00e9 que alcancem o supremo mart\u00edrio de ler as bobagens que eu escrevo,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-11043","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11043","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11043"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11043\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16888,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11043\/revisions\/16888"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11043"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11043"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11043"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}