{"id":11051,"date":"2008-08-08T00:00:00","date_gmt":"2008-08-08T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T19:48:32","modified_gmt":"2017-09-15T19:48:32","slug":"a-luta-3","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/a-luta-3\/","title":{"rendered":"A luta (3)"},"content":{"rendered":"<p>DIPLOMA EM JORNALISMO:<br \/>\numa exig\u00eancia que interessa \u00e0 sociedade<\/p>\n<p>O principal argumento, entre os tantos que se pode levantar para a exig\u00eancia do diploma de curso de gradua\u00e7\u00e3o de n\u00edvel superior para o exerc\u00edcio profissional do jornalismo, \u00e9 o de que a sociedade precisa, tem direito \u00e0 informa\u00e7\u00e3o de qualidade, \u00e9tica, democr\u00e1tica. Informa\u00e7\u00e3o esta que depende, tamb\u00e9m, de uma pr\u00e1tica profissional igualmente qualificada e baseada em preceitos \u00e9ticos e democr\u00e1ticos. E uma das formas de se preparar, de se formar jornalistas capazes a desenvolver tal pr\u00e1tica \u00e9 atrav\u00e9s de um curso superior de gradua\u00e7\u00e3o em jornalismo. <\/p>\n<p>Por isso, de todos os argumentos contr\u00e1rios a esta exig\u00eancia, o que culpa a regulamenta\u00e7\u00e3o profissional e o diploma em jornalismo pela falta de liberdade de express\u00e3o na m\u00eddia talvez seja o mais ing\u00eanuo, o mais equivocado e, dependendo de quem o levante, talvez seja o mais distorcido, neste caso propositalmente. <\/p>\n<p>Qualquer pessoa que conhe\u00e7a a profiss\u00e3o sabe que qualquer cidad\u00e3o pode se expressar por qualquer m\u00eddia, a qualquer momento, desde que ouvido. Quem impede as fontes de se manifestar n\u00e3o \u00e9 nem a exig\u00eancia do diploma nem a regulamenta\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 da ess\u00eancia do jornalismo ouvir infinitos setores sociais, de qualquer campo de conhecimento, pensamento e a\u00e7\u00e3o, mediante crit\u00e9rios como relev\u00e2ncia social, interesse p\u00fablico e outros. Os limites s\u00e3o impostos, na maior parte das vezes, por quem restringe a express\u00e3o das fontes \u2013seja pelo volume de informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edvel, seja por hor\u00e1rio, tamanho, edi\u00e7\u00e3o (afinal, n\u00e3o cabe tudo), ou por interesses ideol\u00f3gicos, mercadol\u00f3gicos e similares. <\/p>\n<p>O problema est\u00e1, no caso, mais na pr\u00f3pria l\u00f3gica temporal do jornalismo e nos projetos pol\u00edtico-editoriais. Nunca \u00e9 demais repetir, tamb\u00e9m, que qualquer pessoa pode expor seu conhecimento sobre a \u00e1rea em que \u00e9 especializada. Por isso, existem tantos artigos, na m\u00eddia, assinados por m\u00e9dicos, advogados, engenheiros, soci\u00f3logos, historiadores. E h\u00e1 tanto debate sobre os problemas de tais \u00e1reas. Al\u00e9m disso, nos long\u00ednquos recantos do pa\u00eds existe a figura do provisionado, at\u00e9 que surjam escolas pr\u00f3ximas. Deve-se destacar, no entanto, que o n\u00famero de escolas cobre, hoje, quase todo o territ\u00f3rio nacional.<\/p>\n<p>Diante disso, \u00e9 de se perguntar como e por que confundir o cerceamento \u00e0 liberdade de express\u00e3o e a censura com o direito de os jornalistas terem uma regulamenta\u00e7\u00e3o profissional que exija o m\u00ednimo de qualifica\u00e7\u00e3o? <\/p>\n<p>LEIA A \u00cdNTEGRA DO ARTIGO da presidente da Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Jornalistas, Beth Costa, na se\u00e7\u00e3o UNS E OUTROS. Aproveito para ressaltar que \u00e9 importante o apoio de toda a sociedade em defesa do diploma no site www.fenaj.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DIPLOMA EM JORNALISMO:<br \/>\numa exig\u00eancia que interessa \u00e0 sociedade<\/p>\n<p>O principal argumento, entre os tantos que se pode levantar para a exig\u00eancia do diploma de curso de gradua\u00e7\u00e3o de n\u00edvel superior para o exerc\u00edcio profissional do jornalismo,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-11051","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11051","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11051"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11051\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16878,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11051\/revisions\/16878"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11051"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11051"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11051"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}