{"id":11180,"date":"2008-12-01T00:00:00","date_gmt":"2008-12-01T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T19:45:50","modified_gmt":"2017-09-15T19:45:50","slug":"strings-de-busca","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/strings-de-busca\/","title":{"rendered":"Strings de busca"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 tempos venho matutando a id\u00e9ia de escrever algo sobre os strings de pesquisa do meu site e dos dois blogs que mantenho. \u00c9 pura curiosidade minha que, por essa mania que tenho de levar a vida em voz alta, gostaria de repartir com voc\u00eas, meus cinco ou seis fi\u00e9is leitores.<\/p>\n<p>Aproveito a chegada de dezembro (ufa! e oba!) para matar a minha curiosidade que, agora, espero, seja tamb\u00e9m a de voc\u00eas.<\/p>\n<p>II.<\/p>\n<p>O neg\u00f3cio \u00e9 o seguinte.<\/p>\n<p>Tenho um programete instalado em meu computador que garante o n\u00famero de visitas di\u00e1rias, mensais e anual do site. Nesse programa, h\u00e1 tamb\u00e9m um dispositivo que contabiliza a audi\u00eancia das palavras chaves que s\u00e3o utilizadas para eventuais acessos. H\u00e1 outros parangol\u00e9s mais detalhados que n\u00e3o entendo direito \u2013 n\u00famero de visitas por pa\u00edses, hor\u00e1rios de picos etc \u2013 e que tamb\u00e9m n\u00e3o cabem nessa hora.<\/p>\n<p>Enfim&#8230;<\/p>\n<p>III.<\/p>\n<p>Depois de todo esse enroscado intr\u00f3ito, vamos aos dez strings de busca mais acessados em novembro:<\/p>\n<p>1\u00ba lugar \u2013 \u201crodolfo martino\u201d<br \/>\n2\u00ba lugar \u2013 \u201colho de oros\u201d,<br \/>\n3\u00ba lugar \u2013 \u201cmorar em buenos aires\u201d,<br \/>\n4\u00ba lugar \u2013 \u201cismael fernandes\u201d<br \/>\n5\u00ba lugar \u2013 \u201cdemarrar\u201d<br \/>\n6\u00ba lugar \u2013 \u201cpa\u00edses que mais sofrem com a fome\u201d<br \/>\n7\u00ba lugar \u2013 \u201csolange klai\u201d<br \/>\n8\u00ba lugar \u2013 \u201cford Ipiranga\u201d<br \/>\n9\u00ba lugar \u2013 \u201colhos de oros\u201d<br \/>\n10\u00ba lug. \u2013 \u201cpara ser universal basta falar de sua aldeia\u201d  <\/p>\n<p>IV.<\/p>\n<p>Curioso perceber como essa listagem mostra o que fui ao longo desses 35 anos de vida profissional. Tem um pouco de tudo a\u00ed. Mais ou menos \u00f3bvio que o string mais procurado seja o meu nome que, al\u00edas, intitula tamb\u00e9m o site e os blogs. O segundo (olho de Or\u00f3s) e o nono (olhos de Or\u00f3s) mais o terceiro (morar em Buenos Aires) enfocam textos que fiz recentemente, j\u00e1 na fase de blogueiro. A express\u00e3o \u201colho de Or\u00f3s\u201d aparece num texto do personagem Dinoel ao descobrir a tatuagem na nunca da mulher amada. J\u00e1 \u201cMorar em Buenos Aires\u201d \u00e9 t\u00edtulo de um post que reverencia a amizade e a ventura de morar na Capital portenha. H\u00e1 uma segunda parte, escrita pela amiga Vanessa Schulz, que transforma este pobre escriba num personagem, diria, encantado.<\/p>\n<p>V.<\/p>\n<p>A minha fase colunista aparece no quinto (demarrar) e no oitavo posto (Ford Ipiranga). Durante mais de 20 anos fui editor e colunista de Gazeta do Ipiranga, o que justifica tamb\u00e9m o quarto (Ismael Fernandes) e o d\u00e9cimo lugar (Para ser universal basta falar de sua aldeia).<\/p>\n<p>Demarrar quer dizer desatar, desfazer os n\u00f3s, seguir adiante. Gerou uma coluna (Caro Leitor) a partir da fase de um determinado deputado em Bras\u00edlia. N\u00e3o lembro teor dos questionamentos do parlamentar. Lembro que fiz um texto pontuando os n\u00f3s que amarravam o Pa\u00eds \u00e0s nossas dificuldades di\u00e1rias. Ainda na coluna, contei a hist\u00f3ria da Ford Ipiranga que, \u00e0quela altura, estava prestes a encerrar suas atividades no bairro em que acolheu a primeira f\u00e1brica da marca no Brasil.<\/p>\n<p>Ismael Fernandes era um amigo\/irm\u00e3o com quem convivi por d\u00e9cadas na reda\u00e7\u00e3o de t\u00e1buas assoalhadas. Autor dos livros \u201cMem\u00f3ria da Telenovela Brasileira\u201d, Ismael hoje \u00e9 uma grande saudade &#8212; s\u00f3 amenizada quando reverencio a sua lembran\u00e7a neste espa\u00e7o.<\/p>\n<p>Dostoyevisky \u00e9 o autor do pensamento \u201cpara ser universal basta falar da sua aldeia\u201d. Transformei em cita\u00e7\u00e3o de diversos textos meus ap\u00f3s ouvi-la de outro grande jornalista: Mino Carta. Foi l\u00e1 nos anos 70, quando eu e o amigo Cl\u00f3vis Naconecy mais o Ismael ousamos fundar o Jornal da Mooca. Durou ano e meio a aventura&#8230;<\/p>\n<p>VI.    <\/p>\n<p>Os dois outros strings (Solange Klai em s\u00e9timo e pa\u00edses que mais sofrem com a fome em sexto) trazem o meu momento de rep\u00f3rter vira-lata que fui e sempre serei. A esot\u00e9rica Solange Klai era uma das minhas fontes mais ass\u00edduas quando escrevia mat\u00e9rias sobre comportamento e variedade, em meados dos anos 90. O texto sobre a fome, se bem me lembro, o fiz quando tinha como pauta uma mat\u00e9ria de meio-ambiente na Serra do Mar e constatei o cintur\u00e3o da mis\u00e9ria que cercava a metr\u00f3pole, a partir da regi\u00e3o do Grande ABC.<\/p>\n<p>A reportagem chamou-se \u201cVoc\u00ea tem fome de qu\u00ea\u201d.<\/p>\n<p>VII.<\/p>\n<p>Creio que faltou apenas refer\u00eancias aos meus trabalhos na \u00e1rea dos esportes e da m\u00fasica popular brasileira. Na verdade, aparecem entre as 20 buscas mais acionadas. Ali, est\u00e3o cita\u00e7\u00f5es a Chico Buarque, \u00e0 can\u00e7\u00e3o \u201cCharles anjo 45\u201d e as indefect\u00edveis chuteiras Ol\u00e9. Mas, o post j\u00e1 estourou o n\u00famero de caracteres toler\u00e1veis.<\/p>\n<p>Fica para uma pr\u00f3xima vez&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 tempos venho matutando a id\u00e9ia de escrever algo sobre os strings de pesquisa do meu site e dos dois blogs que mantenho. \u00c9 pura curiosidade minha que, por essa mania que tenho de levar a vida em voz alta,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-11180","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11180","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11180"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11180\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16761,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11180\/revisions\/16761"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11180"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11180"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11180"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}