{"id":12053,"date":"2011-10-29T00:00:00","date_gmt":"2011-10-29T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T19:27:59","modified_gmt":"2017-09-15T19:27:59","slug":"o-astro-ultimo-capitulo","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/o-astro-ultimo-capitulo\/","title":{"rendered":"O Astro &#8211; \u00faltimo cap\u00edtulo"},"content":{"rendered":"<p>Vamos l\u00e1&#8230;<\/p>\n<p>N\u00e3o sou noveleiro mor, mas por ter convivido por longos e longos anos com o saudoso Ismael Fernandes, pioneiro no estudo e na pesquisa sobre o assunto e autor dos quatro volumes do livro Mem\u00f3ria da Telenovela Brasileira, acho que posso dar os meus pitacos sobre o \u00faltimo cap\u00edtulo de O Astro.<\/p>\n<p>Poderia ser melhor.<\/p>\n<p>Pecou pela falta de um bom alinhavo em v\u00e1rios momentos. <\/p>\n<p>Passou a sensa\u00e7\u00e3o que os autores estavam cansados da lida \u2013 e estavam com pressa para se livrar do trampo. <\/p>\n<p>Foi um vamoquevamo, um salve-se quem puder: a persegui\u00e7\u00e3o do Samir, a morte do Neco at\u00e9 a festa da reabertura da Cosmo, entre outras derrapadas. <\/p>\n<p>Foi ris\u00edvel a solu\u00e7\u00e3o para a fuga de Herculano Quintanilha (Rodrigo Lombardi) que se transformou em p\u00e1ssaro e escafedeu-se c\u00e9u afora.<\/p>\n<p>Menos, rapazes, menos&#8230;<\/p>\n<p>N\u00e3o satisfeitos os autores o levaram para uma republiqueta do Caribe, como mentor do ditador da vez. <\/p>\n<p>Trata-se do mesmo final da vers\u00e3o de Janete Clair.<\/p>\n<p>O Bruxo de ent\u00e3o (Francisco Cuoco) despedia-se do p\u00fablico, dando toda a pinta de que continuava o mesmo enrolador de sempre.<\/p>\n<p>Ficou de bom tamanho.<\/p>\n<p>Na reedi\u00e7\u00e3o, os autores preferiram que ele levasse uma rajada de tiros de metralhadora em uma a\u00e7\u00e3o de um grupo de revoltosos bem aos olhos da amada Amanda (Carolina Ferraz) para depois ressuscita-lo na cena final. <\/p>\n<p>Tipo pegadinha, entenderam?<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 quest\u00e3o que parou o Pa\u00eds na vers\u00e3o de 1978 (quem matou Salom\u00e3o Hayala) permaneceu esquecida durante boa parte desta leitura. Reapareceu no cap\u00edtulo de ontem \u2013 e, devo reconhecer, surpreendeu os incautos telespectadores.<\/p>\n<p>Foi um assassinato, digamos, grupal.<\/p>\n<p>O mordomo envenenou, um dos irm\u00e3os deu a coronhada a mando da esposa e a Cl\u00f4 o empurrou pela janela.<\/p>\n<p>N\u00e3o deu para entender se um estava mancomunado com o outro.<\/p>\n<p>Mas, a vi\u00fava (Regina Duarte) levou a culpa.<\/p>\n<p>O hor\u00e1rio das onze da noite para novelas \u00e1geis, curtas, pode ser uma boa.<\/p>\n<p>Mas, como diria Odorico Paraguassu, n\u00e3o se pode relaxar na hora dos finalmentes.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Vamos l\u00e1&#8230;<\/p>\n<p>N\u00e3o sou noveleiro mor, mas por ter convivido por longos e longos anos com o saudoso Ismael Fernandes, pioneiro no estudo e na pesquisa sobre o assunto e autor dos quatro volumes do livro Mem\u00f3ria da Telenovela Brasileira,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-12053","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12053","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12053"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12053\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15930,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12053\/revisions\/15930"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12053"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12053"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12053"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}