{"id":12661,"date":"2013-11-26T00:00:00","date_gmt":"2013-11-26T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T19:16:36","modified_gmt":"2017-09-15T19:16:36","slug":"as-pontes-de-madison","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/as-pontes-de-madison\/","title":{"rendered":"As Pontes de Madison"},"content":{"rendered":"<p>Um filme que me \u00e9 inesquec\u00edvel chama-se As Pontes de Madison (1995) que, dia desses, foi exibido em um canal da TV por assinatura.<\/p>\n<p>Clint Estwood \u00e9 o diretor e o protagonista, ao lado de Meryl Streep, num dos grandes momentos da carreira de ambos.<\/p>\n<p>\u00c9 uma obra intrigante, D\u00e1 o que pensar.<\/p>\n<p>II.<\/p>\n<p>Peguei a trama j\u00e1 em andamento, e n\u00e3o pude, por for\u00e7a de outro compromisso anteriormente assumido, ver a parte final, que \u00e9 exasperante,<\/p>\n<p>O sim e o n\u00e3o, por vezes, s\u00e3o muito pr\u00f3ximos ao longo de nossas vidas.<\/p>\n<p>Enfim&#8230;<\/p>\n<p>III.<\/p>\n<p>Pretendo rev\u00ea-lo, pela en\u00e9sima vez, qualquer fim de semana desses. Pois \u00e9 o tipo de obra de arte que, a cada nova exibi\u00e7\u00e3o, identificamos nuances e detalhes que nos encantam mais e mais.<\/p>\n<p>Tem toda uma \u00e1urea de mist\u00e9rio, gosto de fruto proibido, o envolvimento de uma dona de casa (Streep, que estava sozinha no s\u00edtio, pois a fam\u00edlia viajara) com o fot\u00f3grafo (Clint) que estava de passagem por ali para um ensaio sobre as famosas pontes.<\/p>\n<p>A cena em que ela tem de decidir entre ficar com a fam\u00edlia ou partir com o viajante \u00e9 de tirar o f\u00f4lego, antol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Emblem\u00e1tica para quem tem, como eu, uma tend\u00eancia a ficar imaginando coisas.<\/p>\n<p>IV.<\/p>\n<p>Penso nela sempre que estou em uma bola dividida.<\/p>\n<p>\u201cSomos as nossas op\u00e7\u00f5es\u201d, ensinou-me, l\u00e1 no mais antigo dos anos, um professor da ECA\/USP, onde cursei jornalismo. \u201cMas, pagamos por nossos equ\u00edvocos\u201d.<\/p>\n<p>V.<\/p>\n<p>O que voc\u00eas fariam no lugar da mo\u00e7a?<\/p>\n<p>Assistam ao filme, e fiquem \u00e0 vontade para se pronunciarem nos \u2018coment\u00e1rios.<\/p>\n<p>Fa\u00e7o gosto em saber a opini\u00e3o d\u00eas meus car\u00edssimos leitores.<\/p>\n<p>Juro que penso e repenso sobre a quest\u00e3o, mas n\u00e3o chego a qualquer conclus\u00e3o.<\/p>\n<p>VI.<\/p>\n<p>Meu amigo Escova, que n\u00e3o deixa para amanh\u00e3 o que hoje pode dizer, n\u00e3o tem qualquer d\u00favida sobre o que faria.<\/p>\n<p>\u201cTentaria um denominador comum. Daria umas bicadinhas vez ou outra por ali, s\u00f3 para por a saudade em seu devido lugar.\u201d<\/p>\n<p>Falou o Dom Juan das Quebradas do Sacom\u00e3&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um filme que me \u00e9 inesquec\u00edvel chama-se As Pontes de Madison (1995) que, dia desses, foi exibido em um canal da TV por assinatura.<\/p>\n<p>Clint Estwood \u00e9 o diretor e o protagonista,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-12661","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12661","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12661"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12661\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15359,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12661\/revisions\/15359"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12661"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12661"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12661"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}