{"id":13285,"date":"2016-02-18T00:00:00","date_gmt":"2016-02-18T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T18:51:38","modified_gmt":"2017-09-15T18:51:38","slug":"ainda-sobre-pucon","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/ainda-sobre-pucon\/","title":{"rendered":"Ainda sobre Pucon&#8230;"},"content":{"rendered":"<p>Na esteira do que escrevi antes de ontem aqui no Blog, a pergunta que ou\u00e7o \u00e9 inevit\u00e1vel:<\/p>\n<p>&#8211; Como voc\u00ea foi parar em Pucon, no Chile, nas f\u00e9rias de fim de ano?<\/p>\n<p>Diria que \u00e9 quase uma longa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Est\u00e1vamos em um grupo grande de familiares e quer\u00edamos viajar naquele per\u00edodo conturbado que engloba o Natal, o Ano Bom e os primeiros dias de janeiro [o mundo e a torcida do Flamengo querem isso]. <\/p>\n<p>Tentamos acertar as agendas e os bolsos para um lugar acess\u00edvel a todos.<br \/>\nEm r\u00e1pida pesquisa na internet, deu para \u201cpescar\u201d que os voos para o Chile apresentavam o pre\u00e7o mais em conta. Alguns conheciam Santiago (mas, preferiam n\u00e3o retornar); outros n\u00e3o conheciam e n\u00e3o faziam quest\u00e3o.<\/p>\n<p>Buscamos, ent\u00e3o, outros roteiros \u2013 os b\u00e1sicos: Vi\u00f1a Del Mar, Val Para\u00edso, Lagos Andinos, Atacama . Mas, aqui e ali, surgiam inconvenientes. Quer\u00edamos nos espalhar por uns 10 dias, nem mais, nem menos.<\/p>\n<p>Levei essas preocupa\u00e7\u00f5es existenciais, digamos assim, para a amiga Veronica que \u00e9 chilena e viaja todos os anos para a terrinha nessa \u00e9poca.<\/p>\n<p>Ela foi objetiva:<\/p>\n<p>&#8211; Por que voc\u00eas n\u00e3o v\u00e3o para Pucon?<\/p>\n<p>E passou a relatar as caracter\u00edsticas do lugar: uma pequena cidade apraz\u00edvel, feita exatamente para o turismo, com \u00f3timas possibilidades de passeios para todas as idades em parques, termas, lagos e rios, trilhas e praias fluviais, uma razo\u00e1vel estrutura hoteleira e, de quebra, um imponente vulc\u00e3o (ativo, com o cume coberto de neve, o Villarica), a espreitar a cada passo que o turista d\u00e1 pela cidade.<\/p>\n<p>Voltamos \u00e0 net para uma r\u00e1pida pesquisa \u2013 e as imagens nos cativaram definitivamente.<\/p>\n<p>Mesmo fora das rotas das principais operadoras de turismo\u2013 e at\u00e9 por isso -, a Capital da prov\u00edncia de Cautin est\u00e1 localizada h\u00e1 780 quil\u00f4metros ao sul de Santiago e h\u00e1 muitos caminhos para l\u00e1 se chegar. Preferimos um voo suplementar de Santiago a Temuko (uma horinha de viagem) e, a partir da\u00ed, outra hora e tanto de estrada at\u00e9 Pucon.<\/p>\n<p>Preferimos seguir de van mesmo, e n\u00e3o alugamos carro para evitar imprevistos e dores de cabe\u00e7a. At\u00e9 porque,  na cidade, h\u00e1 uma penca de ag\u00eancias que organizam os mais variados tipos de passeios. O raft pelo rio Trancura e a subida a p\u00e9 at\u00e9 a cratera do vulc\u00e3o s\u00e3o as principais atra\u00e7\u00f5es para os jovens e os mais ousados. Mas, como a Veronica ressaltou e n\u00f3s pudemos comprovar, h\u00e1 in\u00fameras possibilidades de entretenimento, diria, menos radicais.<\/p>\n<p>Eu, particularmente, preferi passeios mais suaves como visitas \u00e0s termas de \u00e1guas naturais de diversas temperaturas, a um ou outro parque, mas, sobretudo \u2013 e principalmente \u2013 gostei de ver o entardecer na prainha do imenso lago Villarica, junto \u00e0 cidade. A luz do sol se projeta sobre as \u00e1guas e se reflete na encosta das montanhas que o rodeiam a exibir tons multicoloridos entre o amarelo e o vermelho.<\/p>\n<p>Um espet\u00e1culo!<\/p>\n<p>Foram nesses momentos que eu me sentia reconfortado e at\u00e9 esquecia que o d\u00f3lar, naqueles dias, passou da casa dos 4 reais e o peso chileno, oportunista que s\u00f3, foi pelo mesmo caminho&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na esteira do que escrevi antes de ontem aqui no Blog, a pergunta que ou\u00e7o \u00e9 inevit\u00e1vel:<\/p>\n<p>&#8211; Como voc\u00ea foi parar em Pucon, no Chile, nas f\u00e9rias de fim de ano?<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-13285","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13285","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13285"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13285\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14761,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13285\/revisions\/14761"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13285"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13285"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13285"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}