{"id":18899,"date":"2018-06-13T14:34:01","date_gmt":"2018-06-13T14:34:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rodolfomartino.com.br\/blog\/?p=18899"},"modified":"2018-06-17T14:21:37","modified_gmt":"2018-06-17T14:21:37","slug":"senta-que-la-vem-bronca","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/senta-que-la-vem-bronca\/","title":{"rendered":"Senta que l\u00e1 vem bronca&#8230;"},"content":{"rendered":"<p>S\u00e3o demais os perigos desta vida.<\/p>\n<p>Registro que a frase do Poetinha foi criada bem antes da exist\u00eancia das chamadas redes sociais.<\/p>\n<p>E j\u00e1 fazia sentido.<\/p>\n<p>Imagine agora!<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Para quem vive o of\u00edcio de escrever (e postar), ent\u00e3o, s\u00e3o tempos bicudos.<\/p>\n<p>Bateu, levou.<\/p>\n<p>Escreveu, algu\u00e9m discorda ou n\u00e3o concorda inteiramente, vapt&#8230;<\/p>\n<p>Senta que l\u00e1 vem bronca.<\/p>\n<p>N\u00e3o perdoam sequer o Dia de Santo Ant\u00f4nio!<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Levei dois simp\u00e1ticos e gentis pux\u00f5es de orelha pelo inofensivo post de ontem.<\/p>\n<p>Temi pelo cart\u00e3o vermelho de ambos os cr\u00edticos, pois, se me esquecessem, desfalcariam ainda mais meu cast de cinco ou seis leitores.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Pois ent\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p>A querida leitora reclamou:<\/p>\n<p>\u201cAssim que deu uma brechinha, corri para o Blog a fim de saber o que havia escrito sobre o Dia dos Namorados \u2013 e o que leio. Mais do mesmo. Quer dizer que \u201canda raso de inspira\u00e7\u00e3o\u201d e, por isso, aproveita um texto antigo? \u201d<\/p>\n<p>N\u00e3o lhe tiro a raz\u00e3o, mas devo a ela (e a voc\u00eas) uma singela satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Serei sincero.<\/p>\n<p>Fiquei feliz que a mo\u00e7a tenha lido, l\u00e1 pratrazmente, a cr\u00f4nica e ainda a tenha na lembran\u00e7a.<\/p>\n<p>\u00c9 sinal que aquele meu despretensioso texto fez algum sentido, em algum momento, para ela e, tomara, para outros leitores.<\/p>\n<p>Gosto muito desta cr\u00f4nica.<\/p>\n<p>Reflete bem o momento que viv\u00edamos no fim do s\u00e9culo 20.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Ao replica-la ontem, quis lhe dar a trilha sonora que n\u00e3o teve no jornal, no livro e mesmo na publica\u00e7\u00e3o original do Blog.<\/p>\n<p>Nosso site\/blog estava pendurado em outro sistema. Era um tanto estanque, com fotos pequenas, sem links e sem os recursos de v\u00eddeo e \u00e1udio.<\/p>\n<p>Espero que me entendam.<\/p>\n<p>Bom ter vivido esses dias, essas hist\u00f3rias<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>\u201cQuanta nostalgia, n\u00e3o?! \u201d<\/p>\n<p>Outra queixa da mo\u00e7a que, esta, n\u00e3o tenho como defender.<\/p>\n<p>Ando mesmo saudoso daqueles tempos, dos dias ligeiros, dos finais de tarde atarefados pelo fechamento da edi\u00e7\u00e3o. Das esticadas noturnas. Dos amigos. De como \u00e9ramos divertidos, sonhadores, romanticamente inconsequentes.<\/p>\n<p>Eram outro mundo, outro pa\u00eds, concordo.<\/p>\n<p>Voc\u00ea tem raz\u00e3o am\u00e1vel e atenta leitora; no fundo, no fundo, ando saudoso de mim.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>O amigo e leitor e barulhento Marceleza (sei l\u00e1 onde anda) faz a outra ressalva, tamb\u00e9m por e-mail.<\/p>\n<p>1 &#8211; adora a can\u00e7\u00e3o do Peninha (\u2018um g\u00eanio do cancioneiro popular\u2019);<\/p>\n<p>2 &#8211; diz que foi gravada originalmente pela Sandra de S\u00e1;<\/p>\n<p>3 &#8211; a vers\u00e3o do Caetano \u00e9 a mais popular;<\/p>\n<p>4 \u2013 mas, por\u00e9m, contudo, todavia, prefere a m\u00fasica cantada pelo saudosoTim Maia.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, como sou obediente aos meus queridos leitores, a\u00ed vai a indica\u00e7\u00e3o musical de hoje, by Marceleza, o amigo\/personagem distante&#8230;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AhM0H7fTWxs\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o demais os perigos desta vida.<\/p>\n<p>Registro que a frase do Poetinha foi criada bem antes da exist\u00eancia das chamadas redes sociais.<\/p>\n<p>E j\u00e1 fazia sentido.<\/p>\n<p>Imagine agora!<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18900,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-18899","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18899","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=18899"}],"version-history":[{"count":5,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18899\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":18925,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/18899\/revisions\/18925"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18900"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=18899"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=18899"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=18899"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}