{"id":20318,"date":"2019-04-08T03:22:43","date_gmt":"2019-04-08T03:22:43","guid":{"rendered":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/?p=20318"},"modified":"2019-04-08T03:27:51","modified_gmt":"2019-04-08T03:27:51","slug":"a-proposito","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/a-proposito\/","title":{"rendered":"A prop\u00f3sito&#8230;"},"content":{"rendered":"<h6><em><strong>Foto: Rede Brasil Atual\/Lula Livre<\/strong><\/em><\/h6>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p><strong>A prop\u00f3sito<\/strong> do verso com que ontem encerrei o post&#8230;<\/p>\n<p><em>De que vale a voz<\/em><\/p>\n<p><em>Se n\u00e3o h\u00e1 lembran\u00e7as<\/em><\/p>\n<p><em>De gritos libertos<\/em><\/p>\n<p>&#8230; um atento leitor pede-me mais refer\u00eancias.<\/p>\n<p>Aqui, est\u00e3o: \u00e9 de autoria do poeta e publicit\u00e1rio Mauro Salles. Faz parte do poema <em>Canto para Geraldo Vandr\u00e9\u00a0<\/em>publicado no livro<strong> Gesto,<\/strong> pela Massao Ohno Editor em 1993.<\/p>\n<p>Eu particularmente amo esse livro. Desde que o encontrei em um sebo, aqui, perto de casa, acabei por transform\u00e1-lo numa esp\u00e9cie de or\u00e1culo. Sempre que posso e\/ou preciso recorro \u00e0s p\u00e1ginas j\u00e1 amareladas pelo tempo e o uso.<\/p>\n<p>A poesia sem pose, cotidiana, de Mauro Salles me reconforta.<\/p>\n<p>Futuramente, farei um post especial, com alguns desses lindos poemas. Prometo!<\/p>\n<p>Por hoje, fiquem com a \u00edntegra de <em>Canto Para Geraldo Vandr\u00e9<\/em><em>: <\/em><\/p>\n<p><em>De que vale o canto<\/em><\/p>\n<p><em>Se n\u00e3o houve o gesto<\/em><\/p>\n<p><em>De reden\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>De que vale a voz<\/em><\/p>\n<p><em>Se n\u00e3o h\u00e1 lembran\u00e7as <\/em><\/p>\n<p><em>De gritos libertos<\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>De que vale a luz<\/em><\/p>\n<p><em>Sem a descoberta<\/em><\/p>\n<p><em>Do novo horizonte<\/em><\/p>\n<p><em>&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>Nada valem os passos<\/em><\/p>\n<p><em>Se todos chegamos<\/em><\/p>\n<p><em>Ao porto nenhum<\/em><\/p>\n<p><em><strong>II.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong>A prop\u00f3sito<\/strong><\/em><em> do artigo do Lula hoje publicado pela Folha de S.Paulo e, posteriormente, em outros noticiosos, a repercuss\u00e3o foi not\u00e1vel. No Brasil e fora dele.<\/em><\/p>\n<p><em>Destaco os seguintes trechos:<\/em><\/p>\n<p><em>Faz um ano que estou preso injustamente, acusado e condenado por um crime que nunca existiu. Cada dia que passei aqui fez aumentar minha indigna\u00e7\u00e3o, mas mantenho a f\u00e9 num julgamento justo em que a verdade vai prevalecer. Posso dormir com a consci\u00eancia tranquila de minha inoc\u00eancia. Duvido que tenham sono leve os que me condenaram numa farsa judicial.<\/em><\/p>\n<p><strong>&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><em>O golpe do impeachment\u00a0sem crime de responsabilidade foi contra o modelo de desenvolvimento com inclus\u00e3o social que o pa\u00eds vinha construindo desde 2003. Em 12 anos, criamos 20 milh\u00f5es de empregos, tiramos 32 milh\u00f5es de pessoas da mis\u00e9ria, multiplicamos o\u00a0PIB\u00a0por cinco. Abrimos a universidade para milh\u00f5es de exclu\u00eddos. Vencemos a fome.<\/em><\/p>\n<p><strong>&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><em>Nada encontraram para me incriminar: nem conversas de bandidos, nem malas de dinheiro, nem contas no exterior. Mesmo assim fui condenado em prazo recorde, por Sergio Moro e pelo\u00a0TRF-4, por \u201catos indeterminados\u201d sem que achassem qualquer conex\u00e3o entre o apartamento que nunca foi meu e supostos desvios da Petrobras. O Supremo negou-me um justo pedido de habeas corpus, sob press\u00e3o da m\u00eddia, do mercado e at\u00e9 das\u00a0For\u00e7as Armadas, como confirmou recentemente\u00a0Jair Bolsonaro, o maior benefici\u00e1rio daquela persegui\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>A \u00cdNTEGRA do artigo<em>. <a href=\"https:\/\/pt.org.br\/artigo-de-lula-na-folha-por-que-tem-tanto-medo-de-lula-livre\/\"><strong>AQUI<\/strong><\/a><\/em><\/p>\n<p><strong>III.<\/strong><\/p>\n<p><strong>A prop\u00f3sito<\/strong> de lembrar os tempos da ECA\/USP quando por l\u00e1 andei nos idos de 70, uma can\u00e7\u00e3o que a turma comandada pelo S\u00e9rgio Gomes e a Gigi costumava cantar com ares de profunda nostalgia.<\/p>\n<p>\u00c9 um samba dorido, de nome <em>Antonico, <\/em>do grande Ismael Silva. \u00c0 \u00e9poca foi regravado pela ent\u00e3o indom\u00e1vel Gal Costa e fez um sucesso danado \u00a0naquelas paragens da Cidade Universit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Ou\u00e7am!<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/von3GAFFQgk\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<h6><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><em><strong>Foto: Rede Brasil Atual\/Lula Livre<\/strong><\/em><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p><strong>A prop\u00f3sito<\/strong> do verso com que ontem encerrei o post&#8230;<\/p>\n<p><em>De que vale a voz<\/em><\/p>\n<p><em>Se n\u00e3o h\u00e1 lembran\u00e7as<\/em><\/p>\n<p><em>De gritos libertos<\/em><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":20319,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[114,112,113,115,111,107,109,108,110],"class_list":["post-20318","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-antonico","tag-artigo","tag-gal-costa","tag-ismael-silva","tag-lula-livre","tag-mauro-salles","tag-o-gesto","tag-poema","tag-vandre"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20318","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20318"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20318\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20322,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20318\/revisions\/20322"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/20319"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20318"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20318"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20318"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}