{"id":24434,"date":"2020-10-20T06:15:25","date_gmt":"2020-10-20T06:15:25","guid":{"rendered":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/?p=24434"},"modified":"2020-10-20T13:28:08","modified_gmt":"2020-10-20T13:28:08","slug":"4000-posts","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/4000-posts\/","title":{"rendered":"4000 posts"},"content":{"rendered":"<p><em>Foto: Wilson Luque<\/em><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>&#8220;Tocar na banda<\/p>\n<p>Pra ganhar o qu\u00ea?<\/p>\n<p>Duas mariolas<\/p>\n<p>e um cigarro Yolanda..<strong><em>.&#8221;<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Valho-me dos versos de uma antigo samba do compositor Adoniran Barbosa para este desvalido e modesto escriba por o p\u00e9 no que chamam de modernidade &#8211; ou seria p\u00f3s-modernidade? <\/em><\/p>\n<p><em>Seja l\u00e1 o que for, eis me aqui diante do desafio&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>Tocar um blog<\/em><\/p>\n<p><em>Pra ganhar o qu\u00ea?<\/em><\/p>\n<p><em>Um punhado da sua aten\u00e7\u00e3o<\/em><\/p>\n<p><em>e outro tanto de amigos&#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>Sejam, portanto, bem-vindos..<\/em><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Sabem a hist\u00f3ria da moeda <em>n\u00famero 1<\/em> do Tio Patinhas, aquela que lhe serviu de talism\u00e3 para o avaro senhor patusco amealhar toda sua imensa fortuna?<\/p>\n<p>Pois ent\u00e3o, amigos e amigas&#8230;<\/p>\n<p>As breves linhas em grifo e destaque a\u00ed em cima n\u00e3o s\u00e3o de ouro, n\u00e3o s\u00e3o de prata, tampouco de estanho ou lata. Mas, acreditem e pasmem, t\u00eam o mesmo peso e valor para este humilde escrevinhador.<\/p>\n<p>\u00c9 isso mesmo&#8230;<\/p>\n<p>Trata-se do meu post de <strong><em>n\u00famero 1<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>Pura fantasia e entretenimento.<\/p>\n<p>Eu as escrevi em 25 de setembro de 2006.<\/p>\n<p>14 anos e 25 dias, portanto.<\/p>\n<p>Sinceramente, n\u00e3o sabia exatamente o que estava fazendo. Estava fora da velha reda\u00e7\u00e3o de piso assoalhado que me abrigou por quase tr\u00eas d\u00e9cadas, colaborava esporadicamente com este ou aquele jornal e coordenava o curso de Jornalismo da Universidade Metodista de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Era feliz, mas sentia falta de algo.<\/p>\n<p>Deduzi que fosse o contato com o texto, as hist\u00f3rias, os leitores&#8230;<\/p>\n<p>Foi por isso que me fiz jornalistas l\u00e1 nos idos de 70.<\/p>\n<p>Ou n\u00e3o?<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Resolvi experimentar a tal ferramenta a quem chamavam de Blog.<\/p>\n<p>N\u00e3o imaginei naquele dia o que representava.<\/p>\n<p>E o quanto eu lhes seria grato.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, mesmo hoje, quando batuco nas teclas do celular (pode isso, rapaziada?) este nosso post de <em>n\u00famero <strong>4000<\/strong>\u00a0 &#8211; <\/em>vou repetir<em><strong> 4000<\/strong> &#8211;\u00a0<\/em>ainda tenho c\u00e1 comigo infind\u00e1veis d\u00favidas do que verdadeiramente representa e para onde tal plataforma projeta alegrias e tristezas, anseios e sonhos, verdades e imagina\u00e7\u00e3o de um atabalhoado cronista do s\u00e9culo 20 em pleno s\u00e9culo 21.<\/p>\n<p>Na d\u00favida, escolho o pensamento do saudoso poeta Ferreira Gullar:<\/p>\n<p>&#8220;Eu n\u00e3o quero ter raz\u00e3o, eu quero ser feliz'&#8221;.<\/p>\n<p>Por isso, e sem ilus\u00f5es, me dou ao atrevimento de seguir seguindo&#8230;<\/p>\n<p>O que acham?<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Permitam-me, pois que lhes passe singelas algumas curiosidades sobre este meu descompromissado e cotidiano blogar.<\/p>\n<p>* Fiz uma conta marreta (se fosse bom de matem\u00e1tica, certamente escolheria outra profiss\u00e3o, e n\u00e3o jornalismo, certo?): s\u00e3o aproximadamente 285 posts por ano. Um ano tem 365 dias. Ou seja, invado o dia a dia dos meus incautos leitores em nove (quase dez) meses do ano. Tenham paci\u00eancia comigo, ok?<\/p>\n<p>* Tive uma penca de medidores de audi\u00eancia que pifaram ao longo da jornada, assim n\u00e3o h\u00e1 como precisar\u00a0 a exata no\u00e7\u00e3o de quantos leitores (internautas) estiveram por aqui. Sinto-me honrado, pois. Estimo algo em torno de 500 mil visualiza\u00e7\u00f5es. N\u00e3o \u00e9 muito, segundo os entendidos. Mas, acho um n\u00famero consider\u00e1vel para este opaco contador de causos.<\/p>\n<p>* O post mais lido em um s\u00f3 dia foi o intitulado<strong> <a href=\"http:\/\/www.rodolfomartino.com.br\/blog\/no-meio-da-marginal\/\"><em>No Meio da Marginal<\/em><\/a><\/strong> que o UOL teve a coragem de estampar na sua home por um dia em meio. Foram mais de mil acessos. Naqueles idos, eu republicava o Blog tamb\u00e9m naquele prestigioso portal.<\/p>\n<p>* O post mais comentado foi: <a href=\"http:\/\/www.rodolfomartino.com.br\/blog\/retrospectiva-valiosa\/\"><strong><em>Retrospectiva Valiosa<\/em><\/strong><\/a>. Na verdade, trata-se da transcri\u00e7\u00e3o de uma reportagem que fiz para a <em>Revista Afinal<\/em> em 1984 sobre a obra do pintor Gino Bruno. Os colecionadores de arte e donos de quadro do artista descobriram a post\/reportagem &#8211; e, na se\u00e7\u00e3o dedicada aos coment\u00e1rios, iniciaram uma troca de informa\u00e7\u00f5es que acabou numa esp\u00e9cie de feira de arte onde negociavam as obras do artistas. A pre\u00e7os m\u00f3dicos, imagino. N\u00e3o participei dos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>Coisas da internet, meus caros e raras.<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Ressalto outro ponto: n\u00e3o exagero ao dizer que, a partir do Blog, consolidou-se a ideia dos livros que passei a escrever a partir de ent\u00e3o:<\/p>\n<p>&#8211; <em>Meus Caros Amigos &#8211; Cr\u00f4nicas Sobre Jornalistas, Bo\u00eamios e Paix\u00f5es <\/em>(2010),<\/p>\n<p>&#8211; <em>Katsumi Hirota &#8211; O Homem Que Ajudou a Deus lhe ajudar<\/em>\u00a0(2011),<\/p>\n<p>&#8211;<em> Das Coisas Simples, Sensatas e Sinceras<\/em> (e-book\/2014)<\/p>\n<p>&#8211; <em>Volteios &#8211; Cr\u00f4nicas, Lembran\u00e7as e Devaneios<\/em> (2014),<\/p>\n<p>&#8211; <em>O Natal, o Menino e o Sonho<\/em> (2017),<\/p>\n<p>&#8211;<em> Pela Janela do Mundo &#8211; Ou o Mundo Pela Janela<\/em> (2019)<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Digamos que tal e qual aquele afamado energ\u00e9tico, o Blog me deu asas (para o bem ou para o mal, fiquem \u00e0 vontade para a avalia\u00e7\u00e3o). Tanto que, neste ano, rabisquei quatro pequenos projetos. Tr\u00eas deles, aqui postados e conferidos pelos amigos\/leitores: o folhetim<em> O que o Tempo leva&#8230;,\u00a0<\/em>a colet\u00e2nea de textos de autores que considero definitivos\u00a0 e falam da <em>Utopia Nossa de Cada Dia<\/em> e, por fim, entre agosto e setembro, a s\u00e9rie de posts que intitulei de <em>Cr\u00f4nicas de Viagens<\/em>.<\/p>\n<p>O quarto projeto resultou no e-book <em>Not\u00edcias de um romance inacabado<\/em>, que inscrevi e participa do concurso liter\u00e1rio da Amazon &#8211; e voc\u00ea pode conferir a\u00ed ao lado.<\/p>\n<p>Enfim &#8211; e por fim, como disse, sigamos na f\u00e9 e na perseveran\u00e7a&#8230;<\/p>\n<p>Com a devida permiss\u00e3o dos amigos e leitores, a quem agrade\u00e7o imensamente; pois s\u00e3o companhias imprescind\u00edveis.<\/p>\n<p>\u00c9 isso!<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Rzujou3PM94\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>*<em> Um adendo: recebi hoje a primeira prova do romance <strong>O que o TEMPO leva&#8230;<\/strong>\u00a0para a revis\u00e3o e posterior impress\u00e3o do livro. O design gr\u00e1fico, de fino tra\u00e7o, como sempre \u00e9 do amigo Jos\u00e9 Reis, o sabe-tudo da diagrama\u00e7\u00e3o<\/em>. <em>Grande Reis, um abra\u00e7o fraterno.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><em>Foto: Wilson Luque<\/em><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>&#8220;Tocar na banda<\/p>\n<p>Pra ganhar o qu\u00ea?<\/p>\n<p>Duas mariolas<\/p>\n<p>e um cigarro Yolanda..<strong><em>.&#8221;<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":17984,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[1669,84,43,623,86,1670],"class_list":["post-24434","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-1669","tag-blog","tag-cronicas","tag-livros","tag-posts","tag-tocar-na-banda"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24434","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24434"}],"version-history":[{"count":9,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24434\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24443,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24434\/revisions\/24443"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17984"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24434"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24434"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24434"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}