{"id":24608,"date":"2020-11-16T06:15:18","date_gmt":"2020-11-16T06:15:18","guid":{"rendered":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/?p=24608"},"modified":"2020-11-16T20:17:04","modified_gmt":"2020-11-16T20:17:04","slug":"a-cor-da-vida-apresentacao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/a-cor-da-vida-apresentacao\/","title":{"rendered":"A Cor da Vida &#8211; Apresenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><em>Foto: Leila Cunha<\/em><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>&#8216;Quem conta um conto aumenta um ponto&#8230;&#8217;<\/p>\n<p>Assim diz o antigo prov\u00e9rbio popular.<\/p>\n<p>Confesso a voc\u00eas que levei certo tempo para entend\u00ea-lo.<\/p>\n<p>L\u00e1 nos antigamentes, ainda garoto e atendendo pelo apelido de Tchinim, ouvi o v\u00f4 Carlito referendar algumas prosas que eu havia lhe contado sobre minhas habilidades no campo de terra batida do Col\u00e9gio Marista Nossa Senhora da Gl\u00f3ria.<\/p>\n<p>Acho que exagerei um tantinho.<\/p>\n<p>V\u00f4 Carlito preferiu n\u00e3o me contrariar:<\/p>\n<p>&#8211; Tchinim, belo, muito bom. Quem conta um conto&#8230;<\/p>\n<p>Disse e sorriu c\u00famplice.<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Os amigos leitores, que aqui honrosamente me seguem, sabem que sou dado a imaginar fatos e feitos.<\/p>\n<p>Pois bem&#8230;<\/p>\n<p>Mesmo crescido, continuo um tantinho assim.<\/p>\n<p>Mas, s\u00f3 um tantinho&#8230;<\/p>\n<p>Tento, no entanto,\u00a0 canalizar essas &#8216;viagens&#8217; para as historietas que lhes trago aqui no Blog e nos livros. S\u00e3o inspiradas em fatos reais. Mas, sempre estou a lhes acrescentar uns teretetes, digamos, imagin\u00e1rios.<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Querem um exemplo?<\/p>\n<p>A partir de hoje, vou lhes trazer, em breves epis\u00f3dios di\u00e1rios (Dizem que as s\u00e9ries est\u00e3o na moda), uma novelinha que escrevi logo nas primeiras semanas do tal isolamento social.<\/p>\n<p>Lembram quando <em>o velho normal<\/em> se foi &#8211; e, na base do sopet\u00e3o, come\u00e7amos a conviver com o que logo denominaram de <em>novo normal?<\/em><\/p>\n<p>Ent\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p>Foi nesse preciso momento que tive a ideia de rabiscar o conto\u00a0<em>A Cor da Vida<\/em>.<\/p>\n<p>Espero que gostem!<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Vou lhes dar a sin\u00f3pse:<\/p>\n<p>Um garoto argentino, de nome Domingos (Mingo, para os chegados), e sua fam\u00edlia (m\u00e3e, irm\u00e3 e padrasto) s\u00e3o surpreendidos pelas not\u00edcias que o mundo vive uma aterrorizante pandemia quando passam f\u00e9rias numa pousada \u00e0 beira-mar em Arraial d&#8217;Ajuda, no litoral sul da Bahia, Brasil.<\/p>\n<p>Na mesma pousada, o extrovertido Mingo faz amizade com o escritor Enzo Leone que, ali, est\u00e1 instalado em busca de inspira\u00e7\u00e3o, paz, sossego e bons personagens para o livro de contos que pretende escrever e publicar ainda em 2020.<\/p>\n<p>A amizade se intensifica quando um grupo de h\u00f3spedes &#8211; entre os quais a fam\u00edlia de Mingo e o pr\u00f3prio escritor &#8211; concordam em fazer ali o anunciado isolamento social que as autoridades tanto pedem.<\/p>\n<p>Um novo cotidiano \u00e9 implantado na pousada. Que chamam de &#8220;quarentena&#8221;.<\/p>\n<p>Regra b\u00e1sica: quem est\u00e1 fora n\u00e3o entra, quem est\u00e1 dentro n\u00e3o sai. (Se sair n\u00e3o pode voltar.)<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Entre as tr\u00e1gicas not\u00edcias da pandemia no mundo &#8211; que, a bem da verdade, ele teme, mas pouco entende &#8211; e a lembran\u00e7a de outros momentos limites que viveu &#8211; a separa\u00e7\u00e3o dos pais e a vinda ao Brasil para morar em Belo Horizonte -, Mingo aprende com o escritor que a vida \u00e9 um espantar-se. Por vezes, precisa de uma pausa e outro tanto de poesia para ganhar cor e sentido.<\/p>\n<p>Aprende tamb\u00e9m a enxergar a felicidade muito al\u00e9m de onde nosso olhar pode alcan\u00e7ar. Mesmo em tempos t\u00e3o \u00e1ridos e tristes.<\/p>\n<p>Ciente desse quase dom, numa daquelas manh\u00e3s na pousada, ele acorda cheio de ideias e se pergunta:<\/p>\n<p>&#8220;Ser\u00e1 que vou ser escritor tamb\u00e9m?&#8221;<\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/e7Ez55QhkPI\" width=\"560\" height=\"315\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\"><\/iframe><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p><strong>Amanh\u00e3 publicamos o primeiro epis\u00f3dio.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Est\u00e3o todos convidados&#8230; <\/strong><\/p>\n<p><strong>Apare\u00e7am!<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><em>Foto: Leila Cunha<\/em><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>&#8216;Quem conta um conto aumenta um ponto&#8230;&#8217;<\/p>\n<p>Assim diz o antigo prov\u00e9rbio popular.<\/p>\n<p>Confesso a voc\u00eas que levei certo tempo para entend\u00ea-lo.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":18395,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[1746,1749,1163,1748,1747,1118,1162,1750],"class_list":["post-24608","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-a-cor-da-vida","tag-arraial-dajuda","tag-isolamento-social","tag-mingo","tag-o-conto","tag-pandemia","tag-quarentena","tag-sinopse"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24608","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24608"}],"version-history":[{"count":6,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24608\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":24614,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/24608\/revisions\/24614"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18395"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24608"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=24608"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=24608"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}