Garoto enfeita a rua para o jogo da seleção/Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Bom dia, mas bom dia mesmo, meus caros, raros e preclaros leitores.
Acabo de ler comentário ao pé da coluna do craque Tostão na Folha de S.Paulo.
Assino e dou fé as palavras do Sr. Marcelo José de Souza:
“Tostão, que agradável ler sua coluna. Você deveria ser homenageado pela FIFA estando nesta Copa ao lado de outros jogadores nos camarotes e sendo apresentado às novas gerações. Você participou do mais belo time que a humanidade já viu”.
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Perfeito.
Sou um privilegiado.
Admirei Tostão em campo.
Admiro Tostão, cronista de futebol e da vida.
Só não vou entrar na querela de “o mais admirável time que a humanidade já viu” porque vou acabar cronista de um só tema.
Sigamos, pois.
Como ensina o título da coluna do Tostão:
O futebol é um sopro, muda a todo instante.
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Vamos lembrar os jogos de ontem.
Depois de um lauto almoço, dormi diante da TV vendo a partida entre Marrocos e Canadá. Desculpe aí rapaziada. Mas, foi incontrolável.
Acordei no grito de gol que deu o locutor quando Marrocos sapecou o 3 a 0.
Depois vi 15 minutos dos melhores momentos.
Desconfio – e só desconfio que não perdi muita coisa.
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Dormi em um, e perdi o sono no confronto entre Paraguai e França.
Acho exageradas às críticas aos guaios. Reclamam que praticam o antifutebol e não mereciam chegar aonde chegaram.
Só de eliminar a Alemanha, foi uma façanha e tanto, a dos hermanos.
Ontem, fizeram o que puderam.
Entregaram-se – e ponto e basta.
Esses franceses são fenomenais.
Vale ressaltar que a temperatura oscilou 40° nos arredores do estádio.
Condicionou o ritmo de jogo, sim.
Mbappé, Osile, Barcola & Cia Ilimitada podem mais, bem mais do que ontem apresentaram.
É mesmo de perder o sono!
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Enquanto os franceses não vêm…
Faço o registro da sugestão que me faz o bom amigo Amândio Martins após ler a nosso post/crônica de ontem –Messi é gênio. Vozinha, o personagem da Copa.
Amândio tem procedência (é da ZL, da Penha) e lugar de fala para dizer o que disse:
“Se eu fosse o presidente do Corinthians, venderia todo o atual elenco e contrataria o time completo de Cabo Verde. Cairia como uma luva. Meu saudoso pai (o também corintianíssimo, Sr. Amândio Augusto Martins, que assim que soube do nascimento do filho, foi à maternidade já com o título de sócio do Corinthians em mãos) sempre dizia: ‘Meu filho, o Corinthians é time de raça. Deixe para outros clubes tocar a bola, jogar com classe. Para nós, o que vale mesmo é a entrega, o coração, a luta’”.
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Valeu o comentário.
Boa observação, Amândio.
Incorporemos o embalo do poropopó corintiano com estilo e vençamos o jogo de hoje – Brasil e Noruega.
Prometo não dormir diante da TV.
(Almoçarei mais cedo.)
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TRILHA SONORA
“Sou quem levo a alegria
para milhões de corações
brasileiros”
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