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Na divulgação do novo livro

Um dia marcaram uma conversa séria. Definitiva: sim ou não?

Olho no olho, como ensina a tradição dos velhos e bons romances.

Esses mesmos que trazem em si o alvoroço de ser para sempre.

Combinaram que o primeiro passo seria desligar o celular.

Nada contra as novas tecnologias. São inequívoco avanço da humanidade, mas criam pessoas dependentes, algo esquizofrênicas, que se atrapalham ao ter que lidar com as nuances da vida real.

Ops...

Perdoem-me a insistência e o repeteco de trecho de um dos capítulos do livro Dinoel e DagmarNotícias de um romance inacabado que publiquei ano passado, mas com lançamento em janeiro deste ano.

Pois então…

As vendas continuam assim-assim, feito torneira antiga com aquela correinha de couro (ou borracha) frouxa. Ou seja, pingando, pingando…

O que fazer para engrossar o caldo do interesse popular?

Sinceramente…

Não sei.

Não sou do ramo

Eis então que recebo, de especialistas, a firme orientação de divulgá-lo nas tais redes sociais que não possuo.

Restam-me, pois, a generosidade e o interesse dos amigos e, com a devida vênia do caríssimo leitor, este humilde Blog como espaço para divulgar e, assim, oferecê-lo à leitura do distinto público.

Vamos lá, pois…

… que tirei o domingão e a segunda para isso.

Se quiserem me ajudar e replicar o post, amigos, fiquem à vontade.

A partir de amanhã, de volta ao novo/velho normal.

Prometo!

TRILHA SONORA

De quebra, a música de Silvio César na voz de Roberto Carlos. Nos conformes com o romance entre o pacato Dinoel e a cálida Dagmar.

Meus caros e preclaros, este clássico do cancioneio popular é uma daquelas provas incontes de que se o mundo não deu certo não foi por falta de trilha sonora.

Ouçam…

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