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O adeus de CR7 aos mundiais

Foto: site da FIFA

“Cristiano Ronaldo disputou seis edições da Copa do Mundo pela seleção de Portugal (2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026). Ele é um dos únicos jogadores na história a alcançar essa marca. Participou de 27 jogos. Marcou 11 gols.”

“O craque confirmou que a edição de 2026 foi a sua última participação no torneio.”

Recolho a informação na internet – e parto dela para o merecido registro em nosso humilde Blog.

Meus caros, raros e preclaros,

vou-lhes dizer que o adeus de Cristiano Ronaldo às Copas foi sem as pompas e as circunstâncias que o Gajo merece. Nas oitavas de final do Mundial deste ano, em jogo, digamos, equilibrado e sem maiores lances de inspiração. O selecionado de Portugal perdeu para o da Espanha por 1 a 0, com gol marcado nos minutos finais.

Certamente ele merecia mais.

Minha apreciação, pela TV, óbvio, Cristiano Ronaldo fez o que pôde.

Correu pra cá, correu pra lá. Procurou desmarcar-se dos zagueiros para que os companheiros o servissem em condições de mandar a bola para as redes. Estava aflito para ficar frente a frente com o gol adversário – e assim decidir a partida.

Diria que até tentou ajudá-los, ainda que assim-assim, na recomposição da defesa.

Mas, o objetivo era mesmo o golo. O golo redentor.

(Seria o décimo segundo nas Copas.)

Convenhamos, aos 41 anos, por mais que o estado atlético esteja nos trinques, o moço já não tão moço não é o mesmo de outras eras, dos melhores dias como futebolista.

Falo em melhores dias…

Pois, então, é preciso lembrar que CR7 rivalizou com Messi como o melhor craque do mundo por longo período, de 2008 até pouco tempo atrás.

Messi é talento, dom.

Cristiano Ronaldo é a vontade, a disciplina que lhe valeram estar no mesmo nível da magia do argentino.

Infelizmente, para nós, brasileiros, nenhum dos nossos se aproximou deles neste século.

Por enquanto, o trono está vago.

Voltemos aos mundiais de futebol…

É seguro dizer que Messi levou a melhor pelo conjunto da obra.

Também – e principalmente – pelo título conquistado em 2022.

Tradicionalmente, vale o destaque, a Argentina tem uma história mais vencedora que a de Portugal nesse quesito.

Penso, porém, que se faz necessário dizer: a partir de Cristiano Ronaldo, Portugal elevou-se a um patamar vitorioso, especialmente na Europa (campeão da Eurocopa em 2016).

Longe do torneio máximo do Planeta Bola, CR7 quer seguir a saga de recordes e metas. Muito provavelmente no Oriente Médio.

Ao que consta, almeja bater os 1000 gols.

Não, não vai se igualar ao Rei Pelé, primeiro e único.

Mas, por certo, escreverá outro capítulo da própria lenda pessoal.

Está entre os notáveis da História do Futebol.

TRILHA SONORA

“É meu e vosso este fado
Destino que nos amarra”

Um verso e uma tocante canção para o Gajo.

Ele merece…

Ainda nenhum comentário.

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