“Foi um dos momentos mais felizes da minha vida.”
(quando ligou para o FMI e comunicou que o Brasil estava disposto a emprestar 13 bilhões de dólares ao banco internacional)
II.
Jornalista
Jornalista
“Foi um dos momentos mais felizes da minha vida.”
(quando ligou para o FMI e comunicou que o Brasil estava disposto a emprestar 13 bilhões de dólares ao banco internacional)
II.
A CBF retomou a história da Taça das Bolinhas.
O presidente Ricardo Teixeira disse que o destino definitivo da láurea está nas mãos do Departamento Jurídico da entidade. Que deve por um fim à interminável novela ainda este mês.
Reencontro Elomar depois de anos e anos sem ouvir a voz do trovador das caatingas.
Por onde andou todo esse tempo; quase 30 anos, sem bem me lembro.
Agora,
Os que iam passando injuriavam-no e abanavam a cabeça, dizendo:
— Olá! Tu que destróis o templo e o reedificas em três dias, salva-te a ti mesmo! Desce da cruz!
Difícil dizer o que sente alguém ao saber que acaba de ganhar algo em torno de 76 milhões de reais. Aconteceu hoje num cassino dos Estados Unidos com certa senhora que,
Todas as manhãs, chovesse ou fizesse sol, o Anísio invadia a velha redação assoalhada com um palpite inquestionável para o jogo-do-bicho daquele santo dia.
— Sonhei com a minha sogra.
Ela não se conforma.
Diz que o dia está propício para uma “cervejinha” no fim da tarde e, melhor, para uma esticadinha noite adentro.
— Só se vive uma vez,
O jornalismo está de luto.
Morreu Armando Nogueira, um dos construtores da profissão que hoje exercemos (ou tentamos exercer) com dignidade.
Por vinte e tantos anos, Nogueira esteve à frente do jornalismo da Rede Globo,
Certa tarde, a Constanza Pascolatto, ela mesma, elegantíssima, apareceu na Redação do jornal em que eu trabalhava.
Em outra ocasião, passei em frente de uma livraria, onde a Glorinha Kalil participava de uma sessão de autógrafos de um dos tantos livros de moda que escreveu e escreve.
Um texto legal que apresenta um livro legal – e bem oportuno:
“O monge franciscano e filósofo do século XIII, Giovanni Fidanza, que foi canonizado como São Boaventura, classificou as pessoas que se dedicam a fazer livros em quatro grupos: os escribas,