Trabalhar na quinta-feira santa nunca foi o forte de Nicola, o taxista e psicólogo, que prepara tese de doutorado sob o tema Mulheres Que amam Demais. Criança ainda, as escolas não tinham aulas nesse dia e havia um tom triste e cerimonioso pelas ruas da pacata São Paulo.
Só para não ver a final do Big Brother
– Te amo
[Ele disse sem perceber, como se diz bom dia a alguém que mal conhecemos.]
Ela ouviu – e levou um susto. Mas, sorriu…
Que mulher – tenha a idade que tiver – não gosta de ouvir tal declaração?
Leite Derramado
Não terminei de ler (parei na pág.107), mas gostei (e muito) do novo romance de Chico Buarque de Holanda, Leite Derramado, lançado há coisa de duas semanas pela Companhia das Letras.
Brevíssimas 19
Direto do rodapé
da minha agenda:
I.
“A cor é a música dos olhos.”
(Anônimo)
II.
“Tão bom morrer de amor…
Marcito
Difícil acreditar que um dia o Congresso Nacional nos foi motivo de orgulho.
Aconteceu, sim.
Foi em 1968 quando os parlamentares corajosamente negaram o direito de os militares processarem o jornalista e deputado federal,
Em memória de Ankito e Marvin Gaye
Éramos garotos de tudo; dez, onze anos.
Meninos livres, voávamos soltos pelas ruas e os campinhos improvisados, de terra batida, no bairro do Cambuci.
Filhos de operários,
Esse Obama é mesmo um Barak!
Ontem tive um dia particularmente cheio.
Fiquei todo o tempo longe do computador e, conseqüentemente, das notícias.
Portanto, só fui me informar pelos telejornais de fim de noite – e quase não acreditei.
Visita inesperada
Ela invadiu os meus sonhos desta noite como invadiu minha vida tempos atrás.
Não pediu licença, nem fez cerimônia. Como sempre, sorria. E o sonho se iluminou como a montanha se revela e se faz encantada e encantadora ao sol de cada manhã.
Plínio Marcos e as quebradas do mundaréu (3)
Terceira e última parte da entrevista com Plínio Marcos, publicada em 4 de março de 1978. Participação do amigo e jornalista Clóvis Naconecy de Souza.
– E como anda o Plínio Marcos jornalista?
Plínio Marcos e as quebradas do mundaréu (2)
Plínio Marcos morreu em novembro de 1999. O que transcrevo a seguir é a segunda parte da entrevista que fiz com “o cronista das quebradas do mundaréu”, ao lado do amigo e jornalista Clóvis Naconecy de Souza,
