Ontem não escrevi.
Hoje, não sei o que escrever…
Sina de blogueiro.
Não gosto de ficar sem dar meu pitaco diário – mas, ontem, sei lá porque cargas d’água,
Jornalista
Jornalista
Ontem não escrevi.
Hoje, não sei o que escrever…
Sina de blogueiro.
Não gosto de ficar sem dar meu pitaco diário – mas, ontem, sei lá porque cargas d’água,
Não há como negar. Marta Suplicy fez uma boa administração à frente da Prefeitura de São Paulo a partir de 2001. Herdou a Municipalidade em cacos, após o período Pitta, e fez realizações interessantes como o saneamento das finanças e os propalados Ceus.
Marta Suplicy foi eleita prefeita de São Paulo, em 2000, após derrotar o competente Paulo Maluf – “aquele compete, compete, compete…” – no segundo turno por ampla vantagem de votos.
Além da piada acima,
Pois é, meus caros…
Pois é…
Estou aqui, na maior boa vontade para acompanhar, jornalística e palpiteiramente, o momento eleitoral paulistano – inclusive com um brevíssimo, mas sincero relato de pleitos passados –
Meus caros cinco ou seis leitores, vou lhes dizer porque, sabe bem vocês, que nada lhes escondo.
Li ontem aqui mesmo na home do UOL, antes de ser lindamente repaginada,
A campanha eleitoral em São Paulo esquentou nos últimos dias. Um tanto em função do debate entre os candidatos que se realizou na noite de domingo na TV Bandeirantes. Outro tanto pela insidiosa inserção publicitária que os marqueteiros de Marta Suplicy bolaram para o horário eleitoral:
—
Retomo hoje a seqüência da breve história das eleições para prefeito da cidade de São Paulo. Retomo, na verdade, por dois bons motivos. Primeiro, pela repercussão do debate de ontem na TV Bandeirantes.
Sempre que posso fujo para São José do Barreiro, uma cidadezinha de 5 mil habitantes ao pé da Serra da Bocaina, ali nos confins do Vale do Paraíba. Na medida do possível,
Cartola veio a São Paulo para fazer um fim de semana de apresentações no Teatro Célia Helena, ali na Liberdade [desconfio que à época, meados de 70, a Casa ainda não tinha esse nome.
Não durou muito a harmoniosa convivência entre criador e criatura pelos corredores e salas da Prefeitura paulistana. Tão logo se assenhoreou do cargo, Celso Pitta, tratou de desmontar o staff de correligionários de Maluf que ocupavam secretarias,