Conto como foi…
(Porque tudo leva crer que sempre é assim.)
Ele entrou naquele bar na esquina das ruas Grenfeeld com Bom Pastor. Cumprimentou os conhecidos com um aceno vago,
Jornalista
Jornalista
Conto como foi…
(Porque tudo leva crer que sempre é assim.)
Ele entrou naquele bar na esquina das ruas Grenfeeld com Bom Pastor. Cumprimentou os conhecidos com um aceno vago,
Conto como acho que foi…
Ele entrou naquele bar na esquina das ruas Grenfeeld com Bom Pastor. Cumprimentou os conhecidos com um aceno vago, levantou o polegar no sinal de positivo para o balconista.
Conto como foi. Mas, não garanto…
Ele entrou naquele bar na esquina das ruas Grenfeeld com Bom Pastor. Cumprimentou os conhecidos com um aceno vago, levantou o polegar no sinal de positivo para o balconista.
Conto como acho que foi…
Ele entrou naquele bar na esquina das ruas Grenfeeld com Bom Pastor. Cumprimentou os conhecidos com um aceno vago, levantou o polegar no sinal de positivo para o balconista.
por Gabriel Garcia Marquez
Há uns cinquenta anos não estavam na moda escolas de jornalismo. Aprendia-se nas redações, nas oficinas, no botequim do outro lado da rua,
Lição 1
"O jornal todo era uma fábrica que formava e informava sem equívocos e gerava opinião num ambiente de participação."
Lição 2
"A leitura era um vício profissional."
"Carlos, vê se hoje você vai
numa igreja. Reze para o seu pai.
Faz oito anos que ele morreu."
Recado de mãe é recado de mãe.
(Será que a garotada ainda hoje pensa assim?)
Mas,
A recepcionista terminava de preencher o formulário – então, fez a pergunta de praxe.
— Número do celular?
Silêncio.
Segundos depois, a resposta e o comentário.
Uma aluna vai entrevistar o grupo The Jordans para o trabalho de conclusão do curso de jornalismo da Universidade Metodista. Me surpreendo com a lembrança e quero saber como os encontrou.
Na esteira dos posts de ontem e antes de ontem, acabo de descobrir na arca das minhas lembranças um terceiro texto que posto a seguir. Escrevi para a revista Afinal, em outubro de 1986,