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Uau, não estou em Hidra. Mas tenho as fotos e as lembranças

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Foto: Hidra, Grécia/Arquivo Pessoal

Minha amiga Verônica, diretamente dos calcanhares da Cordilheira dos Andes, no Chile, comenta sobre o post/crônica de ontem Anoitecer em Hidra, na Grécia.

A bem da verdade, espanta-se:

“Uau, você está em Hidra?”

Sinto decepcioná-la, Verônica.

Quer dizer…

Estive um dia, e lá se vão três anos e alguns meses.

Se me permitem, eu lhes direi:

Houve, uma vez, um verão em Hidra.

M_a_r_a_v_i_l_h_o_s_o.

Resgatei a história dos confins da memória.

Explico o roteiro.

Penso reunir crônicas de viagens para um livro futuro.

Talvez para o ano que vem.

Ainda é tudo impreciso.

Nesse embalo, estava sapeando algumas pastas de fotos antigas das andanças que fiz. Ou seja, viajei sem sair da frente da tela do computador – e me surpreendi com a constatação: nada havia escrito sobre a paradisíaca ilha grega.

(Perdoem-me, mas o clichê aqui me foi inevitável.)

Tinha um álbum de belas fotos e nenhum texto, nenhuma história.

Não é de bom tom para quem, como eu, se julga um escrevinhador.

Foi o que me bastou para o post/crônica de ontem.

Ah, num dos arquivos de uma das pastas, encontrei o que registrei como possível sugestão para epígrafe do imaginário futuro livro:

“Por onde ele passa, nascem flores e amores…”

Reconhecem o verso?

Tirei de uma das mais belas canções de Ben Jor.

O que acham?

TRILHA SONORA

Ainda nenhum comentário.

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