{"id":12671,"date":"2013-12-06T00:00:00","date_gmt":"2013-12-06T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T19:16:35","modified_gmt":"2017-09-15T19:16:35","slug":"nas-linhas-da-varzea-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/nas-linhas-da-varzea-2\/","title":{"rendered":"Nas linhas da v\u00e1rzea (2)"},"content":{"rendered":"<p>Meu pessoal do TCC \u201cNas Linhas da V\u00e1rzea\u201d foi aprovado com 9.5.<\/p>\n<p>Escrevi sobre o trabalho deles ontem, e achei de bom tom retom\u00e1-lo hoje para cumpriment\u00e1-los pelo diploma (bem-vindos \u00e0 lida, colegas), al\u00e9m de saciar a curiosidade dos meus simp\u00e1ticos cinco ou seis leitores sobre a nota que a rapaziada conseguiu.<\/p>\n<p>De outro modo, \u00e9 tamb\u00e9m uma oportunidade de continuar no assunto futebol de v\u00e1rzea que me traz tantas e tantas lembran\u00e7as felizes.<\/p>\n<p>Ao meu lado na banca examinadora, estiveram o jornalista, professor e amigo Eduardo Borga e o jornalista especializado no assunto, Diego Vi\u00f1as. Enquanto eles faziam suas considera\u00e7\u00f5es sobre o trabalho, arguiam os alunos, ressaltavam este ou aquele ponto, eu me perdia em devaneios de tempos idos e vividos nos arredores ou mesmo dentro dos campos de terra batida.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei se \u00e9 poss\u00edvel dimensionar a import\u00e2ncia da v\u00e1rzea para a populariza\u00e7\u00e3o do esporte no Brasil. Tamb\u00e9m \u2013 e principalmente \u2013 n\u00e3o sei  se as pessoas t\u00eam no\u00e7\u00e3o do quanto essa tradi\u00e7\u00e3o foi fundamental para consolidar o jeito brasileiro de jogar futebol; ousado, inventivo, envolvente, \u00fanico em todo o Planeta.<\/p>\n<p>Ops&#8230;<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 mais t\u00e3o assim, algu\u00e9m me dir\u00e1.<\/p>\n<p>E eu lhe responderei: se assim n\u00e3o \u00e9, livre-se de culpa as pirambeiras, redutos e confins varzeanos.<\/p>\n<p>A v\u00e1rzea continua firme e forte, apesar de um tanto esquecida.<\/p>\n<p>II.<\/p>\n<p>Em certo momento, Vi\u00f1as falou que faltaram alguns clubes de relev\u00e2ncia, al\u00e9m do Parque da Mooca, Aut\u00f4nomos e outros que foram citados na obra. <\/p>\n<p>Achei justa a observa\u00e7\u00e3o. Que ali\u00e1s se levou em considera\u00e7\u00e3o durante a execu\u00e7\u00e3o do trabalho. S\u00f3 que \u2013 sem querer justificar, mas j\u00e1 justificando \u2013 os meninos n\u00e3o tinham tempo h\u00e1bil para mergulhar nesse amplo mosaico; diria, amplo e maravilhoso.<\/p>\n<p>Ali, em segundos, relacionei uma s\u00e9rie de times inesquec\u00edveis: Botafogo da Vila Guaianazes, Cruz da Vila Esperan\u00e7a, Santos do Cambuci, Estrela do IAPI, Mocidade da V\u00e1rzea do Glic\u00e9rio, Huracan, B\u00fafalo da Vila Prudente, Primeiro de Maio, Atlantic, Rep\u00fablica do Cambuci, o Sarcinelli, Nadir Fernandes, Nitro Qu\u00edmica de S\u00e3o Miguel Paulista, Alian\u00e7a de S\u00e3o Bernardo, Black Power do Ipiranga, Sereno (onde jogava o cantor Agostinho do Santos), Can Can (do grande Jair da Costa Pinto), Sinclair, Flor de S\u00e3o Jo\u00e3o Cl\u00edmaco, Onze Primos&#8230;<\/p>\n<p>\u00c9 uma lista sem fim.  <\/p>\n<p>Estrelas do Bo\u00eamios, Vila Deodoro, Portuguesinha do Sacom\u00e3, AuriVerde, Uni\u00e3o M\u00fatua, Bahia, Zum Zum, Liberdade da Bela Vista, S\u00e3o Luiz, Centen\u00e1rio, Estrela do Ipiranga, Portuguesinha do Sacoman, Estudantes do Glic\u00e9rio, Esporte Clube Vila Mariana, Corinthians da Vila Monumento&#8230;<\/p>\n<p>E n\u00e3o para por a\u00ed, \u00f3bvio.<\/p>\n<p>Ou seja, h\u00e1 ainda um amplo campo a ser explorado por novos e velhos jornalistas, pesquisadores, historiadores e\/ou simpatizantes deste apaixonante tema. Pois, como bem conclu\u00edram os autores do livro:<\/p>\n<p>A v\u00e1rzea n\u00e3o morre.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Meu pessoal do TCC \u201cNas Linhas da V\u00e1rzea\u201d foi aprovado com 9.5.<\/p>\n<p>Escrevi sobre o trabalho deles ontem, e achei de bom tom retom\u00e1-lo hoje para cumpriment\u00e1-los pelo diploma (bem-vindos \u00e0 lida,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-12671","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12671","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12671"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12671\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":15349,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12671\/revisions\/15349"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12671"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12671"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12671"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}