{"id":13584,"date":"2017-02-20T00:00:00","date_gmt":"2017-02-20T00:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"2017-09-15T18:37:39","modified_gmt":"2017-09-15T18:37:39","slug":"o-post-de-sabado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/o-post-de-sabado\/","title":{"rendered":"O post de s\u00e1bado"},"content":{"rendered":"<p>O post de s\u00e1bado \u201cUm at\u00e9 breve&#8230;\u201d causou algumas confus\u00f5es, posteriormente relatadas a mim por alguns dos meus fi\u00e9is cinco ou seis leitores.<\/p>\n<p>Alguns imaginaram que o autor \u2013 este humilde escrevinhador \u2013 seguiria os passos do amigo Escova e se mandaria do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Outros pensaram coisa mais radical. Que abandonaria o emprego, os amigos, os raros leitores e viveria recluso num ponto qualquer do Planeta, preferencialmente no alto de uma montanha, de espinhoso acesso, isolado de tudo e de todos. Pois, como diz o Bernardo, meu sobrinho-neto de quatro anos, \u201co Rodolf\u00e3o \u00e9 muito maluc\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Apesar de que, quem bem me conhece, sabe: se o lugar \u00e9 \u201cde espinhoso acesso\u201d, n\u00e3o \u00e9 pra l\u00e1 que eu vou. Nem de telef\u00e9rico, pois n\u00e3o acho nada seguro&#8230;<\/p>\n<p>Mas, acreditem: houve at\u00e9 quem imaginasse que eu pararia com o Blog, justo agora que estamos prestes a completar 3 mil posts.<\/p>\n<p>Entre esses, soube que os \u2018inimigos\u2019 aplaudiram a ideia:<\/p>\n<p>&#8211; At\u00e9 que enfim, o cara se tocou que n\u00e3o estava agradando&#8230;<\/p>\n<p>Mas, houve tamb\u00e9m quem lamentasse.<\/p>\n<p>Para esses, eu continuo o meu cotidiano blogar.<\/p>\n<p>(&#8230;)<\/p>\n<p>Foi s\u00f3 uma brincadeira, repito.<\/p>\n<p>Mas, confesso que, dias h\u00e1, em que essas possibilidades passam pela minha cabe\u00e7a. Como os amigos bem sabem, sou um senhor de idade provecta que, como diria o compositor S\u00edlvio C\u00e9sar (conhecem?), \u201ceu sou apenas o que sou\u201d.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, como faz sentido hoje, para mim, a letra da can\u00e7\u00e3o \u201c O Mo\u00e7o Velho\u201d, deste grande e desaparecido autor:<\/p>\n<p>\u201cEu sou um livro aberto sem hist\u00f3rias<br \/>\n Um sonho incerto sem mem\u00f3rias<br \/>\n Do meu passado que ficou<\/p>\n<p> Eu sou um porto amigo sem navios<br \/>\n Um mar, abrigo a muitos rios<br \/>\n Eu sou apenas o que sou<\/p>\n<p> Eu sou um mo\u00e7o velho<br \/>\n Que j\u00e1 viveu muito<br \/>\n Que j\u00e1 sofreu tudo<br \/>\n E j\u00e1 morreu cedo<\/p>\n<p> Eu sou um velho mo\u00e7o<br \/>\n Que n\u00e3o viveu cedo<br \/>\n Que n\u00e3o sofreu muito<br \/>\n E n\u00e3o morreu tudo<\/p>\n<p> Eu sou algu\u00e9m livre<br \/>\n N\u00e3o sou escravo e nunca fui senhor<br \/>\n Eu simplesmente sou um homem<br \/>\n Que ainda cr\u00ea no amor\u201d<\/p>\n<p>(O pr\u00f3prio Silvio C\u00e9sar e Roberto Carlos gravaram essa can\u00e7\u00e3o.  Faz alguns muitos anos. Eu prefiro a vers\u00e3o do compositor.  Enfim&#8230;  N\u00e3o entendo o porqu\u00ea as r\u00e1dios n\u00e3o tocam mais m\u00fasicas assim.)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O post de s\u00e1bado \u201cUm at\u00e9 breve&#8230;\u201d causou algumas confus\u00f5es, posteriormente relatadas a mim por alguns dos meus fi\u00e9is cinco ou seis leitores.<\/p>\n<p>Alguns imaginaram que o autor \u2013 este humilde escrevinhador \u2013 seguiria os passos do amigo Escova e se mandaria do pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-13584","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13584","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=13584"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13584\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14467,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/13584\/revisions\/14467"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=13584"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=13584"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=13584"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}