{"id":28519,"date":"2023-02-15T15:31:28","date_gmt":"2023-02-15T15:31:28","guid":{"rendered":"http:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/?p=28519"},"modified":"2023-02-15T15:44:54","modified_gmt":"2023-02-15T15:44:54","slug":"resposta-ao-leitor","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/resposta-ao-leitor\/","title":{"rendered":"Resposta ao leitor"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Foto: Arquivo Pessoal<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Respondo ao leitor \u00c1lvaro.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele me pergunta em qual jornal foi publicada a reportagem que fiz em junho de 1979 &#8211; e est\u00e1 postada em nosso site na sess\u00e3<strong>o Leia Esta Can\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"http:\/\/www.rodolfomartino.com.br\/blog\/ney-matogrosso-em-sao-paulo-da-revista-ao-recital\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"http:\/\/www.rodolfomartino.com.br\/blog\/ney-matogrosso-em-sao-paulo-da-revista-ao-recital\/\">Ney Matogrosso em S\u00e3o Paulo. Da revista ao recital<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c1lvaro, meu caro, agrade\u00e7o a aten\u00e7\u00e3o dispensada ao nosso humilde Blog.<\/p>\n\n\n\n<p>A entrevista com Ney foi publicada primordialmente no jornal <strong>Gazeta do Ipiranga<\/strong>, ve\u00edculo semanal com aproximadamente 50 mil exemplares, gratuito e entrega domiciliar, que circulava na regi\u00e3o do Ipiranga e Sa\u00fade naqueles idos &#8211; e me permita &#8211; gloriosos tempos.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o tenho l\u00e1 grande certeza &#8211; porque eu, rep\u00f3rter na \u00e1rea de cultura, vivia num corre danado pra livrar uns troquinhos a mais &#8211; mas, \u00e9 prov\u00e1vel que eu tenha encaminhado o conte\u00fado para tabloides especializados, de vida curta, que circulavam por brev\u00edssimas edi\u00e7\u00f5es em SP e logo desapareciam.<\/p>\n\n\n\n<p>O recorte que publiquei aqui no Blog \u00e9 da <strong>Gazetinha<\/strong>, de sublime lembran\u00e7a para mim. Pois, l\u00e1 trabalhei por cerca de 30 anos, fiz amigos imprescind\u00edveis \u00e0 minha forma\u00e7\u00e3o profissional e cidad\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Preciso agradecer.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem querer, o leitor me trouxe lindas lembran\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p>Viv\u00edamos em outro mundo, meu caro.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o sei se melhor ou pior, diria mais intenso e, apesar dos f=generais-ditadores de plant\u00e3o, esperan\u00e7oso.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Permita-me, pois, lhe dar um contexto daquele encontro.<\/p>\n\n\n\n<p>Ney tinha 38 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Estava realinhando sua vida art\u00edstica depois do estrondoso sucesso que alcan\u00e7ou com o grupo Secos e Molhados.<\/p>\n\n\n\n<p>Sua carreira solo estava em alta. Mas, ainda n\u00e3o era algo consolidado.<\/p>\n\n\n\n<p>Ney sempre foi \u00fanico, provocador, maravilhosamente fora dos padr\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Imprevis\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>Depois de tr\u00eas \u00e1lbuns solos &#8211;<em> P\u00e1ssaro<\/em> (1975), <em>Bandido<\/em> (1976) e <em>Pecado<\/em> (1977) -, bem recebidos pela cr\u00edtica, mas com vendagens discretas para a \u00e9poca, Ney gravou o vigoroso <em>Feiti\u00e7o<\/em> (1978) que serviu de base para o show que apresentaria em S\u00e3o Paulo naquele fim de semana e se estenderia, em temporada, por todo o Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Era a primeira vez que entrevistava o cantor, numa exclusiva.<\/p>\n\n\n\n<p>E me surpreendeu a timidez de Ney ao falar sobre sua mete\u00f3rica trajet\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Um homem humilde, de gestos concisos, discreto, l\u00facido sobre as fun\u00e7\u00f5es do artista \u00e1 \u00e9poca; por tudo, bem diferente daquele que se apresentava ousado e provocante quando em cena.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>O encontro se deu no escrit\u00f3rio da Warner na rua \u00c1lvaro Guimar\u00e3es em Pinheiros, bairro paulistano.<\/p>\n\n\n\n<p>Desconfio que fiz uma bela entrevista.<\/p>\n\n\n\n<p>Sa\u00ed de l\u00e1 todo_todo&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Valeu \u00c1lvaro.<\/p>\n\n\n\n<p>Grato pela presen\u00e7a no Blog.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>* <strong>Uma das m\u00fasicas do disco\/show:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Ney Matogrosso - Dos Cruces\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/yAqmXyl63SM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p> &#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><em>Foto: Arquivo Pessoal<\/em><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>Respondo ao leitor \u00c1lvaro.<\/p>\n<p>Ele me pergunta em qual jornal foi publicada a reportagem que fiz em junho de 1979 &#8211;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":28520,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[2948,128,42,97,721],"class_list":["post-28519","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-alvaro","tag-entrevista","tag-gazeta-do-ipiranga","tag-mpb","tag-ney-matogrosso"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28519","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28519"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28519\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":28524,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28519\/revisions\/28524"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28520"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28519"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28519"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28519"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}