{"id":33796,"date":"2025-03-10T11:00:00","date_gmt":"2025-03-10T11:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/?p=33796"},"modified":"2025-03-10T17:57:31","modified_gmt":"2025-03-10T17:57:31","slug":"oi-nos-aqui-traveis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/oi-nos-aqui-traveis\/","title":{"rendered":"\u00d3i n\u00f3is aqui tr\u00e1veis&#8230;"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Foto: Serra da Bocaina\/Arquivo Pessoal<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;D\u00e1 uma <em>pregui <\/em>que voc\u00ea nem <em>imagi<\/em>&#8230;&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>(Dito do fil\u00f3sofo contempor\u00e2neo e bom malandro-trabalhador, Valtinho Cazuza, figura emblem\u00e1tica dos meus idos de inf\u00e2ncia na rua Muniz de Souza)<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Verdade!<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 simples voltar ao Blog depois de uns dias de aus\u00eancia programada e folga prolongada (n\u00e3o sei se merecida).<\/p>\n\n\n\n<p>Usarei a viagem a S\u00e3o Jos\u00e9 do Barreiro (de lindas paisagens, ao p\u00e9 da Serra da Bocaina) e os dias de Carnaval como esfarrapadas desculpas para a pausa.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m permitam-me alegar, em causa pr\u00f3pria, outro motivo.<\/p>\n\n\n\n<p>Am\u00e1vel leitor e am\u00e1vel leitora, lhes digo que ando um tanto atarantado \u2013 mais do que me \u00e9 habitual \u2013 com a proximidade do Blog alcan\u00e7ar 5 mil postagens em breves dias.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Sabem o que tal marca significa, meus caros e raros?<\/p>\n\n\n\n<p>Na pr\u00e1tica, n\u00e3o representa nada para o bem ou mal geral da na\u00e7\u00e3o e do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda mais, partindo de onde parte, vindo de onde vem&#8230; Ou seja, a saga e a cena de um mal-ajambrado e insistente escrevinhador, como este que vos pertuba com infindos lero-leros (quase) todos os dias.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Explico do jeito que posso meu desassossego.<\/p>\n\n\n\n<p>Sou um homem simples, do bairro oper\u00e1rio do Cambuci, descendente de calabr\u00eas, e como tal, eu estranho tudo o que n\u00e3o entendo.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o sei bem como cheguei at\u00e9 aqui \u2013 e olhem que \u00e9 uma longa trajet\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Menos ainda passa pela minha cabe\u00e7a como seguir adiante.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e1 que ainda tenho historietas e causos para lhes contar neste nosso encontro (quase) di\u00e1rio?<\/p>\n\n\n\n<p>Ou insisto nas mazelas do cotidiano de um mundo desalmado e \u00e0 beira da Terceira Grande Guerra?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Escreva, meu caro, escreva \u2013 diz o Escova, amigo distante e autoproclamado ombudsman do nosso Blog.<\/p>\n\n\n\n<p>Cita o eterno Quintana e tentarme tirar do que chamou de \u201cimpasse existencial\u201d:<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEscrever n\u00e3o muda o mundo. Escrever muda as pessoas. As pessoas mudam o mundo\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Pois \u00e9&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Exatamente neste ponto nevr\u00e1lgico que mora o perigo e a raz\u00e3o do moment\u00e2neo desacreditar.<\/p>\n\n\n\n<p>Digo isso a ele que, no ato, me responde taxativo:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Seja como for, escrever \u00e9 um ato de amor e resist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>E conclui:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Ademais, nesta altura do campeonato, vai fazer o qu\u00ea da vida? Vender \u00e1gua de coco na praia, criar galinhas, jogar domin\u00f3 na pra\u00e7a com outros velhinhos chorosos e resmung\u00f5es?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o lhe dou raz\u00e3o, mas tamb\u00e9m acho sensato n\u00e3o ignorar os conselhos do amigo.<\/p>\n\n\n\n<p>De qualquer forma, \u00f3i n\u00f3is aqui tr\u00e1veis&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Termino esclarecendo, para que d\u00favida n\u00e3o pairem, que este \u00e9 a postagem de n\u00famero 4985.<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 Uma bela milhar! &#8211; diria meu amado e saudoso pai, o Sr. Aldo, fanza\u00e7o de uma fezinha no jogo do bicho.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"\u00d3i n\u00f3is aqui tr\u00e1veis\" width=\"800\" height=\"600\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RfS2ZH-WJHg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><em>Foto: Serra da Bocaina\/Arquivo Pessoal<\/em><\/p>\n<p>&#8230;<\/p>\n<p>&#8220;D\u00e1 uma <em>pregui <\/em>que voc\u00ea nem <em>imagi<\/em>&#8230;&#8221;<\/p>\n<p>(Dito do fil\u00f3sofo contempor\u00e2neo e bom malandro-trabalhador,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":33800,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[4186,4417,56,455,2121,514,956,4354,279],"class_list":["post-33796","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-5-mil-posts","tag-bela-milhar","tag-bocaina","tag-escova","tag-o-blog","tag-quintana","tag-sao-jose-do-barreiro","tag-valtinho-cazuza","tag-velho-aldo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33796","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=33796"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33796\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":33812,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/33796\/revisions\/33812"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/33800"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=33796"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=33796"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/rodolfomartino.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=33796"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}