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Amigos e canções

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Foto: Arquivo Pessoal

O bom amigo Danielo é o autor da foto que hoje ilustra meus rabiscos:

Ele me encaminhou o entardecer de São Lourenço.

Diria eu:

O sombrio e poético entardecer da mineira São Lourenço de águas e bênçãos.

Tem razão o amigo Fefeu.

Conversamos numa dessas manhãs ensolarada pelo whatsapp – e ele cravou algo que faz todo o sentido.

Esse meu despretensioso ‘cotidiano blogar’ transformou-se num ‘ponto de encontro’ de amigos. Amigos de velhos tempos, amigos queridos de idos e vividos tempos que, assim, têm notícias uns dos outros e outros dos uns.

Não sei se tudo isso, mas é mais por aí mesmo que sigo teclando por aqui, amigo Fefeu.

Aprendi que a vida é um longo e sinuoso caminho.

Há pontos de encontros, pontos de chegadas e de partidas.

Nem sempre estaremos próximos, mas vale a iniciativa de estarmos juntos.

“Cada um de nós compõe a sua história”, ensina aquela suave toada do Renato Teixeira e do Almir Sater. “Cada ser em si carrega o dom de ser capaz e ser feliz”.

Nem sempre por escolha, muitas vezes por força das circunstâncias, os amigos – bons amigos, ressalto – podem seguir juntos vida afora.

“Para sempre é sempre por um triz”, diz sabiamente outra linda melodia.

(Beatriz, de Chico Buarque e Edu Lobo).

E assim – nossa turminha dos + 70 e arredores – vai tocando, seguindo a vida e as canções.

Fefeu hoje vive em Rio Claro.

Eu, em Bernô City, como já lhes disse.

Um punhado de amigos moram fora do Brasil, outro tanto espalha-se por São Paulo e outros cantos desse desengonçado Brasilzão de meu Deus (Um viva para o Papa Leão XIV!).

Todos envolvidos com a própria rotina e o zelo em cuidar de si, “ser capaz e ser feliz”.

Para sorte nossa, reconheçamos senhores, temos a modernidade do mundo digital a nosso favor.

Querem ver?

Bem a propósito, foi pelo mesmo whatsapp que um dos nossos, o Borguinha, que passa uma temporada de cuidados no Incor, me disse que “está em processo de recuperação, fez fisioterapia, subiu e desceu escadas, andou pelos corredores” e, inspirado no post que ontem escrevi (Alguém cantando Raul), aboletou-se ao inseparável violão e cantou Gita para seleta plateia de médicos, enfermeiros e outros tantos pacientes.

Aplausos e todas as nossas melhores vibrações para o Borga.

TRILHA SONORA

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