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Como diria Zé Trajano…

Ando meio embrutecido com o que vejo e ouço nesses programas esportivos de TV. São tantos e tamanhos neste período de Copa da Rússia que acabam por se repetir e repetir à exaustão.  Provocam discussões, criam teses e hipóteses, fazem um auê danado, tudo com vista à possível repercussão nas mídias sociais e, assim, garantir a audiência.

Vou lhes dizer: se a seleção ainda não anda lá aquela maravilha, o pessoal das emissoras (abertas e/ou fechadas) que bolou essa estratégia de programação enfastiosa e delirante deveria se tocar e propor alguma mudança.

O nível anda rasteiro e falacioso.

(…)

Na falta de assunto, o tema dos programas de ontem foi o que disse a mulher do jogador Douglas Santos sobre a intensidade dos treinos da seleção.

A moça deu a entender que o maridão só se contundiu porque a carga de treinamentos passou da conta.

Microfone na boca de familiar de boleiro é dar um revólver na mão do macaco.

Lá vem desgraceira…

(…)

Deste modo, depois de analisarem o cabelo do Neymar, o choro do Neymar, os buracos nos meiões do Neymar (Ô Nike, vamos cuidar disso!) e do tombaço do Tite, eis a nova polêmica insuflada por levianos comentários como se todos fossem doutores de reconhecido e notório saber em medicina esportiva.

Como diria o grande Zé Trajano:

Parei!

(…)

Adoro futebol.

Adoro Copa do Mundo, mesmo sem a seleções da Itália e Holanda em campo.

Adoro falar e ouvir falar de futebol.

Mas, porém, contuto, todavia, entretanto…

Daqui pra frente, prometo ficar longe do bate-boca das tais mesas redondas.

E, por favor, não me venham com a conversa de que as tais só repetem o que sempre aconteceu nos bares da vida.

Por favor, respeitem duas das mais legítimas instituições brazucas: o futebol e os botecos.

*(foto: caros bassan)
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