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Dos leitores e amigos…

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Foto encaminhada ao Blog pela amiga Vera Thomaz

A Associação dos Ex-Vereadores da Cidade de São Paulo (Avesp) reuniu-se ontem, na Câmara Municipal de São Paulo, para comemorar os 10 anos de existência e  relevantes serviços prestados ao município.

Quem presidiu a solenidade foi o sempre-vereador Almir Guimarães, que é o idealizador e fundador da entidade,

Almir é um grandíssimo amigo de tantas jornadas.

Por isso, o registro e o grande abraço.

II.

O amigo José Reis me enviou o link de um samba de Martinho da Vila.

Chama-se: Sonho de Um Sonho

Diz que é para acompanhar a crônica de ontem, Sonho Sonhado.

Achei maneiro.

É provável que em algum ponto, entre a mente e o coração, o samba de Martinho tenha me influenciado na escolha do título. Mesmo que involuntariamente.

Mas pode ter sido também o poema de Drummond. Que tem o mesmo nome:

Sonhei que estava sonhando
e que no meu sonho havia
outro sonho esculpido.
Os três sonhos sobrepostos
dir-se-iam apenas elos
de uma infindável cadeia
de mitos organizados
em derredor de um pobre eu.
Eu que, mal de mim! sonhava

De início, pensei em intitular o post como O outro eu.

Cheguei mesmo a teclar as letras todas.

Não gostei do resultado final que vi na tela.

Segundos depois, teclei, num impulso, Sonho sonhado.

E assim ficou…

Fico feliz com as referências.

Obrigado, amigo!

III.

Ainda na seara da música popular, a Clarice comentou a respeito do post Caetaneando:

“Ando cantarolando ultimamente Céu de Santo Amaro. Claro que ouvindo Caetano cantá-la é bem melhor.”

Vamos ouvi-la.

*Antes, porém, acho de bom tom fazer a ressalva: a canção é inspirada em Arioso Cantata 156, de Johann Sebastian Bach. Quase dois séculos depois, ganhou letra inspiradíssima de Caetano Velos e Flávio Venturini que estrearam a parceria também no dueto de vozes. Foi trilha do remake da novela Cabocla, Globo/2004.

IV.

Depois de uma longa ausência, o amigo Poeta me telefona. Papo longo ao celular. A vida como era, e como está… A saúde, os planos para o futuro (se é que os há…), o futebol (como vai o meu Palmeiras? Quais as chances do Corinthians, time do Poeta – enfim, assunto não nos falta.

Inclusive, a temeridade que é se falar de política hoje em dia.

Como eu e o Poeta, temos quase a mesma interpretação para os fatos do Brasil de hoje, não atinei para a casca de banana que vinha logo ali, à minha frente, na conversa.

Vou explicar: num tempo remoto, quando o Pedro Bial ainda apresentava o BBB, eu e o amigo divergimos sobre quem era o jornalista Bial numa mesa de debates sobre Comunicação e Jornalismo.

Eu ingenuamente defendi o direito do jornalista dar o rumo que quisesse à carreira dele. Mesmo que este rumo fosse fora do jornalismo e na área de entretenimento.

Basicamente isso.

O Poeta, com apoio dos demais professores da mesa e para curiosidade da plateia, desancou o então apresentador do mais popular reality da TV brasileira.

Pegou pesado Poeta naquela prosa:

– Faz o que a Globo mandar, disse.

Hoje, ao telefone, em dado momento, o amigo usou o tradicional “eu não falei” para comentar as recentes (e deselegantes, inadequadas) declarações do apresentador global sobre a cineasta Petra Costa e o documentário de Democracia Em Vertigem que, neste domingo, concorre ao Oscar.

– E aí? O que você tem a dizer sobre… Fala, fala…

Ele perguntou – e eu falei:

(Vocês sabem que não tenho papas na língua.)

– Poeta, você é um grande amigo. Mas, só vou lhe dizer uma coisa sobre aquela nossa discussão e as declarações do Bial. Prepare-se, pois: você tem toda a razão.

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1 Response
  • VERONICA PATRICIA ARAVENA CORTES
    5, fevereiro, 2020

    Gostei, adoro conversas sobre sonhos! Quanto mais malucas melhor. O fulano da globo não vale nem a citação… Homem que ainda por cima bate em mulher!

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