O presidente Lula e o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani/Foto: Ricardo Stuckert
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Meus caros e raros e preclaros,
Tem coisa que acredito que sim.
Outras que me põem em severa dúvida.
Há coisas que acredito que não – e tento manter-me distante; se possível, indiferente.
Nem sempre é possível, diga-se.
Sem mágoas ou rancor, mas, por favor, eu as quero longe de mim e dos meus.
Vale para pessoas também…
Vou lhes dizer que a velhice nos deixa algo intransigente, bem mais do éramos.
“O velho sabe de tudo – mas, não sabe tudo.” – dizia o complacente vô Carlito, enquanto ajeitava a aba do chapéu Ramenzoni, sua marca registrada.
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Lembrei o vô Carlito, mas preciso de um tema para o post/crônica de hoje.
Ando um tanto desalentado com o que vejo e ouço, mas não quero lhes trazer algo, digamos, mais acinzentado como acaba de amanhecer esse primeiro dia de Primavera. A propósito, ontem mesmo, aqui lhes desejei uma luminosa Primavera, de cores e flores, amplamente democrática e que consolide nossa fé em dias melhores para o Brasil e para esse mundão de Meu Deus…
Estava aqui, como lhes disse, nessa retumbante indefinição.
Quero escrever algo bom, sólido, de amparo à esperança.
Eis que recebo a mensagem no grupo de velhos jornalistas…
Vou conferir.
Leio a manifestação do deputado estadual Eduardo Suplicy sobre o encontro do presidente Lula com o prefeito de Nova York , o democrata Zohran Kwame Mamdani.
Não vacilo.
Tenho o tema de hoje.
Suplicy escreve o que eu já deveria ter-lhes dito por aqui:
“Que encontro bonito entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o prefeito de Nova York, Mayor Zohran Kwame Mamdani . Duas gerações que colocam no centro do debate a redução das desigualdades, a democracia e a construção de uma sociedade com mais oportunidades para todas e todos.
Lula carrega uma longa trajetória na vida pública brasileira, enquanto Mamdani representa uma nova geração de lideranças políticas em Nova York.
Um encontro muito significativo e uma bela imagem do diálogo entre diferentes gerações e países.”
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Eis o que vale a pena acreditar – e, em essência, é a razão das minhas escrevinhações:
“A construção de uma sociedade com mais oportunidades para todos e todas”.
Minha profissão de fé, o que defendo, almejo – e quero sempre e sempre por perto.
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O encontro
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