Foto: o brasileiro Bruno Guimarães/Site oficial da FIFA
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Começa hoje a maior Copa do Mundo de todos os tempos.
Não é opinião, é fato.
Recorde de países em disputa do mais cobiçado troféu do esporte mais popular do planeta.
Serão 48 seleções – e outro fato: nem assim a tetracampeã Itália conseguiu garantir uma vaguinha, mesmo que fosse a mais mixuruca.
Teremos as seleções de Curaçao, do Haiti, Bósnia, Cabo Verde, Argélia, entre outras tantas potências. Mas, creiam!, não teremos a minha amada Azurra. Só não estou mais triste porque já me acostumei com a inevitável ausência. Afinal, é a terceira Copa seguida que a equipe da Velha Bota frusta a expectativa dos italianos e dos oriundi espalhados mundo afora.
Ok. Sejamos propositivo.
Fica para a próxima.
Ou não?
2030, quem sabe?
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Feito esse desabafo, posso lhes dizer que, a princípio e por gostar de futebol, pretendo ver o maior número possível de jogos.
Não sei se dou conta.
Os horários são variados – e algo insanos.
Conferi a tabela, vi que tem jogo a uma da manhã – e não é jogo do Brasil.
Aí é forçar a paixão, não?
Argumentam que a discrepância se dá porque teremos partidas em três países diferentes – e, queiramos ou não, bem diferentes: México, Canadá e Estados Unidos (sede da maioria deles).
Explicar, até que explica. Mas, não justifica.
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Acompanharei a Copa sem maiores expectativas de vitória dos brasileiros (desta feita, e pela primeira vez, comandada por um estrangeiro de renome, o italiano Carlo Ancelloti).
Sem maiores expectativas, não quer dizer que o escrete canarinho (que vai jogar de azul penumbra) não possa lograr a conquista e, anime-se rapaziada!, assim chegar ao almejado hexacampeonato.
Não há lógica no futebol (ao contrário do que prenunciam em vastas análises e conteúdos os pseudos acadêmicos do assunto).
O Brasil pode ganhar. Mas, porém, contundo, entretanto, todavia…
… também (batam na madeira: toc-toc-toc) pode perder.
É do jogo, da vida e dos amores.
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Ouvi, dia desses, que esta é a Copa do Blablabá…
Haja coração.
E, antecipadamente, haja discussões.
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São vários os trepidantes temas em pauta.
O Brasil é um dos favoritos da Copa?
Não? Então em qual prateleira colocamos a seleção?
Acima de quem?
Abaixo de França e Espanha, os bambambãs das casas de apostas (ô praga, e como há casa de apostas hoje em dia!)?
Importante a convocação de Neymar?
Sim? Não? Sim e Não?
Afinal, o eterno menino Ney joga ou não joga?
Melhorou da contusão na panturrilha?
E o corte do lateral Wesley? Faz sentido a convocação do meio-campista Edérson?
Vini Jr. será o craque da Copa?
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Vejo, com algum espanto, mas nenhuma surpresa, comentaristas, influenciadores e futeboleiros se estapeando verbalmente para defender o seu ponto de vista nessa e em outras questões que norteiam o noticiário do Planeta Bola.
Falam e falam e falam.
Temos teorias e hipóteses para todos os gostos.
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Enfim…
Vamos parar de tanto blablablá aqui também.
Para terminar, duas citações que acho oportuna:
A primeira, a do saudoso jornalista Juarez Soares (1941/2019):
“O jogo é jogado e o lambari é pescado”.
A outra, inspirada na célebre canção do Rei Roberto Carlos:
Serão “tantas as emoções”, vamos viver, ao menos pela TV, “esses momentos lindos”.
De quebra, ainda tem Shakira na abertura!
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TRILHA SONORA
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