O homem, visivelmente transtornado, anda entre os carros quando o semáforo fecha.
Ele me fez lembrar o tio Orlando.
O tio, irmão do meu pai, também tinha lá suas esquisitices.
Jornalista
Jornalista

E quando nós saímos era a Lua
Era o vento caído e o mar sereno
Azul e cinza-azul anoitecendo
A tarde ruiva das amendoeiras
E respiramos,

Quem tem amigo tem tudo.
Reforço o dito popular, com os generosos depoimentos dos parças que, vez ou outra, visitam o blog.
Muitos saúdam a nova fase –
Preferi não fazer qualquer comentário sobre a volta do Jornal do Brasil às bancas.
Apenas registrei no Blog o aplaudido retorno ao replicar o texto emocionado da jornalista Hildegard Angel.

“Na contramão de tudo e de todos. No momento em que a mídia impressa fecha as portas e para as máquinas em todo o mundo, o Jornal do Brasil ousadamente retorna ao jornalismo diário em tinta e papel,
Ao longo de vinte e tantos anos como repórter na área de cultura, entrevistei muitos dos chamados grandes nomes da chamada música popular brasileira. Particularmente, considero esse período (entre meados dos anos 70 e início da década de 90) um dos mais inquietantes da nossa história e da nossa arte mais representativa: a canção popular.