Uma das belas surpresas que tive, semana passada, em Aracajú foi conhecer a ponte Jornalista Joel Silveira sobre o rio Vaza Barris que, ao que me disseram, facilita amplamente a ligação daquele estado à Bahia.
Procuro no zap a amiga que me encaminhou os versos da canção “Clube da Esquina” com os quais terminei o texto de ontem. Aqueles que dizem que “os sonhos não envelhecem”.
Ele viveu numa época em que racismo não era crime, era lei. Usou a paz não para evitar uma guerra, mas para enfrentá-la. Entrou para história não só pelo que fez,
E as mulheres que vieram da Galileia com Jesus prepararam, naquele sábado, aromas e bálsamos. Para no primeiro dia da semana, o domingo, acompanhar José, o de Arimateia, até o sepulcro onde viram ser ali depositado o corpo do Filho de Deus.
O livro reúne 50 crônicas publicadas na coluna Caro Leitor entre 1996 e 2003.
A obra registra um período de transição histórica marcado pela virada do século e do milênio.
O autor Rodolfo C. Martino define esse contexto como “um tempo que não viu o Brasil passar”.
Os textos abordam fatos cotidianos e acontecimentos de grande impacto.
Entre os temas estão a trajetória de Madre Paulina e o atentado de 11 de setembro.
A narrativa combina observação do dia a dia com reflexão histórica e social.
O olhar proposto é atento às transformações que moldaram o mundo contemporâneo.
O conjunto forma um painel sensível de mudanças culturais e humanas.