Alice não mora mais aqui, moço.
Ela se mudou não sei quanto tempo faz, três ou quatro semanas. Um mês, talvez.
Eu a achava uma moça adorável,
Jornalista
Jornalista
Alice não mora mais aqui, moço.
Ela se mudou não sei quanto tempo faz, três ou quatro semanas. Um mês, talvez.
Eu a achava uma moça adorável,
Ela nunca entendeu o mistério daquele encontro.
Mesmo hoje, quando os afazeres de uma vida normal lhe assombram a rotina, a moça custa a crer que um dia, de fato,
Maria Bethânia completou ontem 70 anos de vida – e arte.
Cumpre-me reverenciá-la em nosso humilde espaço, mesmo que com um dia de atraso.
Está entre as grandes cantoras da nossa música popular.
O pai, a mãe, as irmãs, o cunhado, os tios, as brincadeiras de menino, as lembranças da Copa de 1958, o Palmeiras, os amigos de infância – eis os personagens e a inspiração para a coletânea de que pretendo lançar,
Na eleição municipal de 1985, acompanhávamos apreensivos a apuração dos votos para prefeito de São Paulo. O conservador Jânio Quadros liderava a contagem dos votos e, a cada urna, aumentava a diferença para o segundo colocado,
Quando cheguei à roda de amigos, o Poeta já monopolizava as atenções. Narrava em voz alta e tom professoral uma fábula que retirara das mais longevas tradições chinesas. Descrevia a história do jovem aldeão que encontrou na floresta um portentoso cavalo branco – e todos festejaram a sorte do rapaz.
Dunga foi recebido com aplausos no aeroporto de Porto Alegre assim que chegou do Rio de Janeiro. Ele acabara de ser demitido do comando técnico da seleção brasileira – e foi cético em seu prognóstico.
“Nesta hora gravíssima, e tão dolorosa para um velho praticante do jornalismo, honesto porque verdadeiro, permito-me escrever-lhe, movido por aquele que enxergo como o interesse do Brasil. Deixa-me à vontade ter CartaCapital apoiado sua candidatura em 2010 e 2014,
Permitam-me reviver um a velha história.
Se algum de vocês, meus queridos cinco ou seis leitores, passar pelos arredores da igreja Santo Antônio do Pari, reparem se não há um rapaz cabeludo,
– Alô.
– Alô.
– Fala Pedrão…
– Eu não me chamo Pedro.
– Como assim?
– Assim, oras. Não me chamo Pedro.