Foi por ocasião da separação de Marta e Eduardo Suplicy – lembram do auê que foi?
Então…
Por essa época eu andava frilando no Caderno de Domingo do Jornal da Tarde,
Jornalista
Jornalista
Foi por ocasião da separação de Marta e Eduardo Suplicy – lembram do auê que foi?
Então…
Por essa época eu andava frilando no Caderno de Domingo do Jornal da Tarde,
Aviso logo: o título da coluna nada tem a ver com o livro do jornalista Mário Sérgio Conti, “Notícias do Planalto – A Imprensa e Fernando Collor”. Menos ainda com o Planalto brasiliense,
Anotações esparsas sobre tudo e sobre nada, enquanto aguardo ser atendido na fila para pegar a senha da vacina H1N1.
I.
Mesmo com o sol a pino – e talvez até por isso – ninguém está com cara de bons amigos por aqui.
Meus amáveis cinco ou seis leitores, por mais boa vontade que tenham comigo, devem me achar tantã de tudo.
Deixo claro, neste meu cotidiano blogar, que não ando nada satisfeito com a postura da Globo na cobertura da crise política que assola o País e cá estou,
Comemora-se hoje o Dia do Jornalista.
(7 de abril).
Creio que na atual circunstância estou propenso a dizer que “lamenta-se hoje…”.
Escrevo essas maltraçadas com desalento sem fim,
Ela me conta que vai viajar.
Já marcou as férias pra não sei quando, mas está decidida, empolgada – ou mais que isso até.
Qual palavra usar?
Minha alma desceu para o playground nesta madrugada.
Modo de dizer, espero que me entendam os caríssimos leitores.
Sonhei que estava jogando futebol. Corria pra lá, pra cá.
Agenor de Miranda Araújo Neto completaria hoje 58 anos. São dele alguns dos versos e canções mais emblemáticos do pop-rock nativo dos anos 80.
Exagerado, o Poeta cantou para o dia nascer feliz,
Quando Getúlio Vargas morreu – dizia-me o Velho Marques, meu primeiro chefe – o Partidão fez uma edição extra do jornal, com a seguinte manchete em letras garrafais:
“Que o Povo saia às ruas
E tome para a si os destinos da Pátria”
Ele próprio,
Tema velho como a sé de Braga, esse do plágio. Ou plagiato. Plagiarius em Roma era o sujeito que roubava escravos. Ou o cara que comprava e vendia como escravo cidadão livre.