Participei ontem à noite do Premio Destaques que é entregue aos melhores estudantes da área de Comunicação da Universidade Metodista de São Paulo. Este tradicional evento acontece todos os anos no Teatro Paulo Machado de Carvalho,
Posfácio
Amáveis leitores, vou lhes dar sossego hoje com os meus causos e histórias.
Penso que vocês merecem. Ao menos, aqueles mais fiéis que, corajosa e pacientemente, acompanharam a novela blogueira “Jeremias,
A vida não pede licença
Até parece aqueles velhos causos que o grande Stanislaw tão bem relatava em suas crônicas diárias – e que eram “a cara” do Brasil nos anos 60. No entanto, o ocorrido se deu aqui mesmo em São Paulo,
Jeremias, o interventor (parte 10)
“O tempo não para no porto
Não apita na curva
Não espera ninguém”
(Reginaldo Lessa)
Nessa toada do efêmero, o que era previsto aconteceu.
Jeremias, o interventor (parte 9)
Alguém me chama a atenção para o final do capítulo anterior.
“Dormiu o sono dos inocentes”.
Seu Mané não é tão inocente assim.
O leitor tem lá suas razões.
Jeremias, o interventor (parte 8)
Vida que segue, meus caros.
Não é exagero dizer que nossa história só não teve um final trágico por que, entendamos ou não, Seu Manoel revelou-se um manso – quer dizer,
Jeremias, o interventor (parte 7)
Ufa!
Fim do expediente.
Seu Mané baixou as portas de aço, como nunca dantes em sua vida. Aliviado, ansioso.
Queria chegar logo em casa. Até notou que Jacira,
Jeremias, o interventor (parte 6)
Escova – sempre ele – me pergunta se o bebum do boteco não repete, em nosso enredo, o papel do cego no cordel nordestino ou do ermitão da montanha como personagem mediador,
Jeremias, o interventor (parte 5)
Não sou de dar pitacos na vida alheia.
Não é minha praia, nem me sinto à vontade.
Veja bem que…
Com os argumentos acima, o malaco Jeremias bem que tentou,
Jeremias, o interventor (parte 4)
Juro que, ao iniciar o relato da intervenção artística/sentimental de Jeremias, não me dei conta que me enroscaria em atos e fatos (salve grande Cony!) que fizesse tal narrativa parecer uma história sem fim.
