Vou fazer um prognóstico.
Faço valer a experiência dos tempos em que era um ativo sócio de número 685 da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo e me arriscava em coberturas do gênero em alguns veículos paulistanos.
Jornalista
Jornalista
Vou fazer um prognóstico.
Faço valer a experiência dos tempos em que era um ativo sócio de número 685 da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo e me arriscava em coberturas do gênero em alguns veículos paulistanos.
Tentei assistir a goleada que a seleção brasileira sub-20 aplicou no Senegal (5×0), mas não consegui. O jogo começou à uma da matina, e foi transmitido pela Band.
Leio hoje no blog do Stycer que o Jornal da Band foi ao ar depois da partida,
Meninos, eu vi…
… o Seo Zito jogar.
Jogava muito.
Por isso, permitam-me reverenciar a memória do craque.
Com ele, se vai uma parte valiosa do verdadeiro futebol brasileiro.
O Antonico e o Arnesto são dois personagens instigantes que saíram da vida real (e do anonimato) para se espalhar pelo imaginário da nossa gente e das páginas do nosso cancioneiro popular.
Há quem diga que a inspiração veio de Lennon e McCartney.
Mas, sinceramente, não houve quem comprovasse ou não.
A verdade é que os anos 70 foram pródigos em inspiradas parcerias,
Em vista de tudo o que viveu e do que imaginava ainda estar por vir, Dona Yolanda cumpria o mesmo ritual todos os dias 13 de junho. Acendia três velas, num canto da cozinha.
– Somos todas as canções.
Duquinha estava todo entusiasmado para viver um inesquecível 12 de junho.
Acordou inspirado – e, na primeira chance que lhe apareceu, tascou a frase acima para que Carol sentisse como viveriam intensamente a data.
Há 100 anos morria um poeta. De tuberculose, como convinha aos românticos e visionários de então.
Só que este poeta nunca nasceu.
Foi concebido por outro poeta que lhe deu vida,
Sucede que o tempo foge.
De repente, não existimos, e começará então, na morte, no sono ou na desaparição, a aventura de não ser mais.
(…)
Sucede que aceito a morte,
Mexe e vira, vira e mexe, cá estou com o exemplar de “O Gesto” nas mãos. A poesia de Mauro Salles (ele mesmo, o publicitário) me diz muito – não me perguntem o porquê.