Fica difícil para este repórter vira-lata responder a questão que alguns jovens estudantes de jornalismo me fazem logo pela manhã desta segunda-feira:
“Professor, qual o futuro da profissão?”
Eles estão confusos com os descaminhos da profissão.
Jornalista
Jornalista
Fica difícil para este repórter vira-lata responder a questão que alguns jovens estudantes de jornalismo me fazem logo pela manhã desta segunda-feira:
“Professor, qual o futuro da profissão?”
Eles estão confusos com os descaminhos da profissão.
Não sou propriamente um ‘carola.
Tenho uma formação marista e, de algum modo, mesmo que falte às missas aos domingos, me apresento como católico sempre que sou questionado – e faço minhas orações diárias para um punhado de santos.
Escolho ficar em São Paulo a viajar nesse feriadão.
Talvez não seja exatamente uma escolha – e, sim, uma necessidade.
Repararam como o mundo anda ‘virado’ – e a gente no meio desse ‘vira’ acaba ‘virando’ ou se ‘deixando virar’ também.
Tinho acordou com a sensação de que havia sonhado com Djanira. (Sonho bom, hum… muito bom”!)
Tinho não tinha bem certeza. Seus sonhos sempre foram assim, surreais. Feitos de recortes,
Escrevi um conto que considero divertido sobre o 1º de abril. Foi em 2006, aqui, mesmo neste espaço. Chama-se “Bixoruim” e também está no livro “Meus Caros Amigos – Crônicas sobre jornalistas,
Desafios da Liberdade de Expressão
no Cenário dos Direitos Humanos:
Retratos no Brasil de Hoje
Aproveito o 31 de março de triste memória – e inexplicável presença nos dias atuais – para divulgar o 7º Prêmio Jovem Jornalista que tem inscrições abertas na quinta (dia 2) até 5 de maio.
Bem-vindo, pequeno Juan.
Você chegou em um sábado de outono, numa manhã de sol esquivo e algumas nuvens no acinzentado do céu.
Deve haver algum significado nisso tudo.
A melhor definição do amor?
Minha cara, esqueça os tais tons de cinzas.
O que posso lhe dizer do amor, o poeta Gibran Kalil Gibran já o disse no longínquo ano de 1923 quando lançou o mais famoso de seus livros O Profeta.
Definitivamente…
(Sempre quis começar um texto assim, como se soubesse exatamente o que estou falando/escrevendo. Então, vamos lá, de novo…)
Definitivamente os musicais caíro no santo gosto popular.
Sobre Cláudio Marzo, o ator que se foi no início desta semana, tomo para o Blog o relato do jornalista Jânio de Freitas, em sua coluna de terça (26), na Folha de São Paulo:
“Cláudio Marzo fica entre as lembranças especiais.