Dá para dizer que comecei relativamente tarde na Universidade.
Foi em 1998, tinha 47 anos e quase nenhuma referência para exercer a honrosa – e desafiadora – função de professor.
Jornalista
Jornalista
Dá para dizer que comecei relativamente tarde na Universidade.
Foi em 1998, tinha 47 anos e quase nenhuma referência para exercer a honrosa – e desafiadora – função de professor.
– Desconfio que fiz tudo errado na vida.
Estávamos ali na improvisada copa, ao fundo do corredor da empresa, para um café restaurador e uns minutinhos de descuido. Quando o Diogo interrompe o silêncio com a espontaneidade do desabafo.
“Todo mundo já falou e escreveu tudo sobre a Copa e agora os assuntos são outros, além de eu não entender de futebol e perder todas as discussões no boteco. Mas ainda escrevo sem saber o resultado do jogo de ontem (ontem,
Quem tem amigo poeta não morre pagão (de versos, truques e traquejos).
Por que lhes digo isso?
Porque tomo a liberdade de lhes antecipar algumas das preciosidades que vão constar do livro Rosa dos Ventos a ser lançado em outubro pelo amigo C.
“Pão ou pães é questão de opiniães”.
(Guimarães Rosa)
O grande barato das discussões sobre futebol é que todos os argumentos são cabíveis e sustentáveis.
O pífio desempenho da seleção brasileira na saudosa Copa das Copas reflete bem a situação.
ANA FLÁVIA comenta:
“Acabei de assistir ao remake de O Menino da Porteira e nos créditos estava: Em memória a Márcio Costa – Primeiro Menino da Porteira. Minha mãe ficou chocada,
Conta-se que lá pelas tantas das oitavas de final da Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil, a equipe anfitriã empatou com o selecionado do Chile no tempo normal de jogo e na prorrogação.
Jogos eliminatórios de Copa do Mundo são tensos. Curioso pe que, a cada Mundial que se passa, ficam ainda mais apavorantes. Vou lhes dizer que, desde aquela partida com o Chile,
Foi em 1925 que o mundo se rendeu à arte brasileira.
“LES ROIS DU FOOTBOL” cravou em manchete o “Les Journal de Paris” para descrever a aventura de um team brazuca,
Pode ser que o tal Zuñiga tenha calculado mal o tempo e o espaço para interceptar aquela bola que a zaga brasileira rebateu nos instantes finais do jogo de ontem, entre Brasil e Colômbia,