77 anos de vida
62 de profissão.
(Morreu em 1990.)
Aproximadamente 15 mil textos publicados em jornais e revistas.
Repórter, correspondente de guerra,
Jornalista
Jornalista
77 anos de vida
62 de profissão.
(Morreu em 1990.)
Aproximadamente 15 mil textos publicados em jornais e revistas.
Repórter, correspondente de guerra,
O homem estava lá, solitário. Sobre a pedra, diante do mar da Bahia.
Parecia estar pescando.
Tarde de sábado turbinado em Salvador. Manifestações nas ruas, seleção brasileira em campo para mais uma partida (contra a Itália) da Copa das Confederações.
— Calma lá, Edgarzinho, calma lá. O Brasil mudou, eu mudei e você não mais me representa e ponto.
Edgarzinho – na verdade, Edgar Pereira Couto, 50 anos, administrador contábil de profissão e filatelista por hobby – mal acabara de chegar no sobradão,
Caros…
… recomendo a leitura dos esclarecedores artigos do jornalista Mário Magalhãe…
http://blogdomariomagalhaes.blogosfera.uol.com.br/2013/06/21/quem-nao-gosta-de-partido-e-ditadura-hora-de-escolher-ou-dar-as-maos-aos-skinheads-neonazistas-ou-abracar-a-tolerancia-e-a-democracia/
e do Sakamoto:
http://blogdosakamoto.blogosfera.uol.com.br/2013/06/21/e-em-sao-paulo-o-facebook-e-o-twitter-foram-as-ruas-literalmente/
Avaliem a argumentação dos autores e,
Dizia lá o grande Tonico Marques, meu primeiro editor, que era fundamental para o exercício da profissão de jornalista conhecer profundamente o tema antes de escrever sobre o fato em si.
Acompanho o bate-boca, cada vez mais exaltado, dos méritos e deméritos das manifestações atuais. E as altecarções de parte a parte me fazem lembrar uma antiga história que, desconfio, já lhes contei aqui – mas não custa rememorar.
“Impõe-se à construção de uma nova sociedade, de justas relações entre homens e mulheres e entre todas as pessoas que buscam alternativas solidárias. O resgate da dignidade humana, especialmente dos pobres,
“O ex-jogador de futebol Altair Figueiredo, da seleção brasileira de 1962, se perdeu durante o jogo entre Brasil e Japão, na tarde deste sábado (15/6). Com 75 anos, Altair tem princípio de Alzheimer.
Para ela, a boneca Emília, do Sitia do Pica Pau Amarelo, é a maior heroína da literatura brasileira.
Sempre que dizia essa frase, fazia questão de desculpar-se com Capitu,
Desconfio que o garoto brasileiro só se dá conta de que existe, está vivo e coisa e tal quando se dá conta de um (in)certo Planeta Bola e de que precisa fazer uma escolha definitiva – tenha a idade que tiver: para que clube de futebol vai torcer?