Se vivo fosse, o poeta gaucho Mario Quintana estaria prestes a completar 107 anos. Morreu em maio de 1994, mas a leitura de seus poemas e crônicas permanece atual, e por vezes impactante.
A barbearia (2)
III.
Como lhes prometi, vamos à continuação da história de ontem.
Devo-lhes a tal anedota de salão.
Antes, porém, permita-me apresentar o gajo contador que chegou chegando à barbearia do Milton.
A barbearia
O brasileiro é, por natureza e gosto, um contador de causos.
Um cronista do cotidiano.
Imaginação e fantasia não lhe faltam. Além de uma liberdade criativa própria a quem herdou do grande,
Relatos de um viajante parvo (10)
Ao perceber o sotaque lusitano, não tive dúvidas. Dispensei apresentações – e lhe perguntei na lata:
— É bom viver em Nice?
Estávamos no calçadão que dá um encanto natural à Promenade des Anglais.
O aldeão e o papa
O príncipe Nekliudov é um jovem da nobreza russa que resolve deixar a universidade e voltar para junto de seu povo. Pretende assumir as funções do falecido pai na administração de suas terras.
Bloco na rua
“A Estrela Dalva no céu desponta…
“Bandeira branca, amor. Eu peço paz…
“Vou beijar-te agora não me leve a mal. Hoje é carnaval…
A turma do Blog põe seu bloco na rua.
Marcão e o Descobrimento
Citei o saudoso Tonico Marques na crônica de ontem, e me é inevitável, hoje, lembrar um tanto mais do querido amigo e mestre no ofício do jornalismo.
É fato que já dediquei algumas modestas linhas em posts anteriores – e mesmo no meu livro “Meus Caros Amigos – Crônicas sobre jornalistas,
Escova e o lusco-fusco do amor
Em um ano que se perdeu na poeira da memória, a velha Redação de piso assoalhado e grandes janelas para a rua Bom Pastor já vivia a expectativa da cobertura de Carnaval que faríamos nos próximos dias.
Recado do Padre Brito
Caríssimo amigo Rodolfo.
Seu relato sobre o "Homem Aflito"…
http://www.rodolfomartino.com.br/artigo.php?id_artigo=2411n
… permite muitas hipóteses e contém muitos ensinamentos:
1 – Trata-se de um indigente que necessita de ajuda material?
A propósito da Lei Seca…
O Sales me contou essa história – e eu só acreditei porque o cara é meu amigo de fé, irmão, camarada. Também porque tem certas coisas que só acontecem com ele e com o Palmeiras de tão esquisitas que são.
