Nunca imaginou que, um dia, lhe diria o que acabara de dizer.
Curta, e objetiva na introdução [que, diga-se, não permitia dúvidas sobre o que viria depois]:
—
Jornalista
Jornalista
Nunca imaginou que, um dia, lhe diria o que acabara de dizer.
Curta, e objetiva na introdução [que, diga-se, não permitia dúvidas sobre o que viria depois]:
—
Termina o jogo Palmeiras e Comercial.
O repórter de campo corre para pegar uma brecha na entrevista de Marcos Assunção à saída do gramado.
Ouve-se a pergunta de um dos tantos repórteres que cercam o boleiro:
—
Vale a reverência ao dia em que o Santos Futebol Clube completa 100 anos de vida e conquistas e títulos e Pelé e Neymar e outros tantos mais que deram ao futebol epítetos como “arte”,
Esse Coutinho é mesmo uma figuraça.
Merece ser lembrado neste momento em que o Santos Futebol Clube completa 100 anos.
Fez carreira singular, única, no futebol brasileiro.
Não ser um “vira-casaca” era ponto de honra para Tchinim e sua turma.
Ele era palmeirense. O Claudinho Zeola, também. O Betão, o Nestor e o Raul eram sãopaulinos.
“Como é que é escrever todos os dias?”
Já ouvi a questão não sei quantas vezes.
Hoje, de novo.
II.
Há quem ainda se impressione com a suposta capacidade do cronista/blogueiro de “inventar” histórias.
No post de ontem, prometi comentar dois assuntos.
Escrevi demais sobre o primeiro – e deixei o segundo para hoje.
É só uma curiosidade que gostaria de compartilhar com vocês,
Dois assuntos batucam em minha cabeça para tocar o blog hoje.
Nada transcendental, diga-se.
O primeiro atende às expectativas de alguns leitores, amáveis leitores.
Eles pedem que eu torne mais vezes às reminiscências da infância.
Minha amiga Flávia me enviou mensagem.
Aproveito o ensejo para transcreve-la:
Páscoa é…
… mudar
… partilhar
… ter esperança
… lutar e vencer
…
De Torino, na região italiana de Piemonte, trouxe gratas lembranças.
Visitar a Catedral onde se encontra o Santo Sudário de Cristo é momento único.
O peregrino sabe que o que está vendo é uma réplica.