O que certas pessoas têm na cabeça?
O Dinoel, por exemplo. Aquele mesmo das crônicas
ao lado – “Água Mineral” e “Dinoel, o poeta”. Pois é, ele mesmo.
Jornalista
Jornalista
O que certas pessoas têm na cabeça?
O Dinoel, por exemplo. Aquele mesmo das crônicas
ao lado – “Água Mineral” e “Dinoel, o poeta”. Pois é, ele mesmo.
Trabalhei por longos anos como repórter de Cultura. Fazia reportagens, entrevistas, críticas, comentários de discos e shows dos "astros e estrelas" da música popular brasileira.
Aliás, quando comecei em jornalismo,
O repórter policial Ramão Gomes Portão
sentiu-se o último dos homens, o esquecido dos deuses,
o renegado das redações. Seus olhos não queriam
acreditar no que liam. Mas,
Um fim-de-semana de estrada,
e chuvas… Ninguém merece…
Tenho uma proposta.
Me fale de você…
É…
Conte-me três histórias. Breves, brevíssimas…
Uma que você viveu…
Bem, senhores, como preconizou Belchior,
ainda nos lendários anos 70, é inevitável.
Mas…
… “o novo sempre vem”.
E ainda bem que assim seja…
Vale para a banda dos descontentes – corinthianos,
"O jornalismo impresso precisa
reinventar seu destino" – Clóvis Rossi.
Vamos discorrer hoje sobre a afirmação
do colunista da Folha de S. Paulo.
Um dia antes de entrar de férias,
Vamos continuar nosso bate-papo de ontem.
Se você perdeu, corre lá.
Leia "O jornalista do futuro" e volte aqui…
Se não gostar do tema, volte na próxima semana.
Em texto recente que aqui postei – Historiador do Cotidiano, veja índice ao lado -, abri discussão sobre o momento de transição que hoje vive o jornalismo. Aliás, como tantas outras profissões.
Dia de aniversário é assim.
Parabéns pra cá, abraços pra lá.
Saudações de amigos. Lembranças.
Votos de saúde, paz, amor, muito dinheiro.
Prosperidade, enfim.
Conversas que se esticam por emails,
"Assim há que ser ter estilo" (Padre Vieira)
01. Nos tenros anos da infância e adolescência, os alunos dos colégios Maristas tinham motivos de sobra para saudar a chegada de junho.