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Nestor e a corrida eleitoral – 2

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Salve Nestor, amigo distante!

Salve, salve, amáveis e raros leitores!

Retomo agora a conversa de ontem, conforme lhes prometi.

É para que eu trace um panorama da corrida eleitoral de 2018, o ano que parece não vai terminar.

Do texto de ontem, ficou faltando a questão 1 conforme propôs o ‘belgicano’ Nestor; na verdade, brasileiríssimo e não menos interessado nos destinos do Brasil.

II.

Vamos lá…

Penso humildemente que as candidaturas ontem destacadas no Blog, nada sofreriam com a presença do ex-ministro do STF no pleito.

Por serem mais à esquerda, tem definido seu nicho; como disse ontem, com remotas chances de avançar para outros setores do eleitorado.

III.

Já a presença de Joaquim Barbosa como candidato (que não o será) causaria tamanho tumulto entre os demais concorrentes que seria inevitável um rearranjo das forças que, neste momento, se movem pra lá e pra cá à medida de seus interesses.De olho grande na ampla faixa de eleitores indecisos. Sem uma proposta objetiv a de qual a escolha que fará.

Diria que sabem em quem não votariam de jeito algum.

Mas, vagueiam entre várias possibilidades.

IV.

Entre os possíveis, comecemos com os que compõem, grosso modo, o que poderíamos chamar de centro-esquerda.

Dois nomes.

Os presidenciáveis Ciro Gomes (PDT) e a indelével Marina (Rede) já se colocam na linha do horizonte do cidadão que não é nem lá, nem cá, via Joaquim Barbosa, pelo seu desempenho no processo do mensalão, como um bom nome e agora se sente, digamos assim, órfão pela ausência do que entendeu ser um ‘fator novo’ na disputa.

Votar em Ciro ou Marina, a despeito das explosões de um e da omissão de outro, pode ser uma ação reparadora entrem aqueles que não comungam dos mesmos ideais do que já ouvi chamarem de “da banda podre do poder”.

V,

Por falar em poder, é hora de darmos uns passinhos mais à direita, por favor, para entendermos o que acontece no espectro da corrida ao Planalto.

Aqui, a fila de candidatos engrossa.

Seria exatamente neste contexto que Joaquim Barbosa fincaria sua base eleitoral mais fortemente – e faria um bom estrago nos demais concorrentes.

Quem são?

Michel Temer (ou quem ele apoiar pelo PMDB), Geraldo Alckmin (pelo PSDB), Rodrigo Maia (DEM), Álvaro Dias (Pode-PR), os nomes mais representativos deste segmento.

Teriam que arejar e muito seus discursos para fazer frente à figura forte do ex-ministro do STF.

No momento, para o eleitorado desiludido, representam, tristemente, mais do mesmo.

VI.

Porém, e sempre existe um porém, como dizia Plínio Marcos, quem deve ter festejado o sonoro “não” de Barbosa foi mesmo o staff de Jair Bolsonaro, candidatíssimo pelo minúsculo PSL.

É uma triste realidade, mas não há como negar.

Por mais que não seja – pois faz política à moda antiga -, o nome da extrema direita se apresenta como a novidade do pleito presidencial deste ano.

E vê suas aspirações aumentarem a cada semana.

Pelo que mostram as pesquisas eleitorais, parece ser o que mais se beneficiou com as ausências ilustres (de Lula e Joaquim Barbosa).

VII.

Veja lá amigo Nestor.

Vejam lá amigos leitores.

Olhem onde o Brasil ameaça derramar seu futuro – se é que o teremos.

O alvo e a seta, atingiremos?

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