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Olaiá, bom ter amigos…

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Foto: ‘toda estrada leva a algum lugar”/Jô Rabelo

“Que bênção ter o vô Carlito”.

Emociono-me com a mensagem que o amigo Jorge Tarquini deixa no meu zap.

Assim como o Tarquini, outros bons camaradas, cordiais como sempre, manifestaram-se sobre posts recentes.

Comecemos pela crônica que foi publicada na quinta, dia 5:

A vida é uma bênção.

Direto e reto de São José de Barreiro, o amigo João Carlos maravilhou-se com lindíssima imagem que Leila Kiyomura fez em alguma praia do nordeste brasileiro – e eu oportunamente usei como ilustração para a crônica daquele dia. No embalo da belezura que a foto inspira, João me perguntou:

“Vai passar o Carnaval no Litoral?”, perguntou ele.

Tranquilizei-o – ou não?

Disse que vou mesmo para Barreiro pôr a conversa em dia e lhe dar aquele abraço fraterno.

Me aguarde!

Outro que me apareceu no zap foi o amigo_irmão Danielo, também ele nascido, criado e vivido no bairro operário do Cambuci, nosso chão, nossa memória.

Sua breve mensagem é poeticamente concisa:

“Saudades, amigo. Abênção, vô. Deus te abençoe. E assim o dia continuava…”

Verdade verdadeira, amigo Danielo. São tais recordações que nos movem e encantam, ainda e sempre.

E por falar em saudades…

O amigo Escova, sempre ele, lá dos arredores de Paris, proclama, também pelo zap, que ando “nostálgico que só”.

Amigo que é, diz ele, quer contribuir com o tal estado de espírito.

Ele leu o post de ontem, O outro em mim, e pediu permissão para lembrar uma história dos idos em que “aquela turba de amigos e destrambelhados” vagava pelos botecos do Sacomã e da cidade.

Formávamos, ressalta ele, uma confraria de românticos e sonhadores.

“O mundo era nosso!”

Concordo, amigo.

Éramos tão irmanados e, aparentemente, felizes que, certa ocasião, lembra o Escova, um dos nossos saiu-se com a inquestionável verdade:

“Meus caros e preclaros, vou-lhes dizer com absoluta segurança: quando estamos juntos somos nós mesmos, verdadeiros e plenos. Quando estamos sozinhos ou em outras rodas, reparem, temos lá as nossas travas. Não somos o que somos. Iguais, mas diferentes. Ao menos comigo, é assim. Quando estou longe dos meus camaradas, não sou o que sou por inteiro. Diria até que sou alguém levemente parecido comigo mesmo.”

Olaiá, bom ter amigos…

Termino com a observação do generoso Bruno Padovano, também pelo zap.

Ele saúda a minha nostalgia e ressalta:

“Quando o presente é o que é hoje, o jeito é abraçar os presentes do passado”.

TRILHA SONORA

1 Response
  • Veronica
    9, fevereiro, 2026

    Amei o pensamento do Padovani e adorei a bola que você levantou!
    Sou mais eu na companhia dos amigos. Assim me reconheço e me descubro, porque há tanto de mim que não conheço!

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