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Neymar e os aniversariantes

O que dizem os astros?

Neymar, Tevez e Cristiano Ronaldo nasceram em 5 de fevereiro.

Neymar, em 92.

Tevez, em 84.

Cristiano, em 85.

Consulto um amigo, inteirado no risque e rabisque do horóscopo.

Ele pede que eu espere uns minutos. Abre o tablet, faz caras e bocas e diz:

– O aquariano de 5 de fevereiro é uma pessoa objetiva, intuitiva, forte e com personalidade original. Inteligente, cultiva ideias e caminhos próprios. Porém…

E sempre existe um porém, como dizia o bruxo e dramaturgo Plínio Marcos:

– … é melhor evitar que a inquietude e os vacilos emocionais acabem por arruinar o seu extraordinário potencial.

Falou e disse!

Alguém mais aí faz aniversário hoje?

(Espero ter ajudado em algo.)

Vejo que, dos aniversariantes, o único que hoje ‘bomba’ na mídia é o nosso craque Neymar. Promove uma festa de abalar Paris, com patrocínio, show de Wesley Safadão, parças e celebridades, além de emocionado discurso e chororô.

Está sensível, revela-se.

A recente contusão abalou o boleiro, pois o deixou longe do que mais ama fazer: “jogar futebol”.

Não tenho qualquer restrição a fazer a Neymar.

É ele quem sabe da sua vida.

Creio que se tivéssemos o dom que ele tem, vivêssemos no universo que ele cresceu e viveu e vive, rodeados pelas mesmas pessoas, com os valores que este grupo social cultua, na era dos sentimentos líquidos de hoje, seríamos bem parecidos com ele.

Seria inevitável.

Não serei eu a julgá-lo.

Cada um sabe de si – e ponto e basta.

Mudo de assunto, mas nem tanto.

Assisti ao Bem Amigos, comandado por Galvão Bueno, na noite de ontem no Sportv. Um programa que me pareceu dedicado ao Flamengo, mas não só.

Lá pelas tantas, o Galvão propôs aos convidados que fizessem uma análise sobre a derrocada da seleção sub-20 no atual Sul-Americano, jogado no Chile.

Perdeu ontem do Uruguai, e está em último lugar entre os seis participantes. Só os quatro primeiros irão ao próximo Mundial.

 …

Aliás, embutiu no fato outra – e grave – questão:

O que acontece com o futebol brasileiro que, desde 2002 (2006, para alguns convidados), nossa seleção está longe de qualquer protagonismo no âmbito mundial.

Foi uma discussão que durou unicamente o bloco final do programa. Mas, não faltaram indícios do problema: as questões estruturais comumente lembradas (desde às mazelas da CBF que só recentemente Galvão e  a Globo descobriram), a falta de ginga do atual boleiro nativo, o fato dos garotos saírem muito cedo do país e consolidarem suas carreiras no Exterior, o padrão europeu que  hoje vigora não só nos torneios e campeonatos locais, como na própria seleção , entre outros tantos e tamanhos argumentos.

Galvão ficou de, futuramente, fazer um programa só para discutir o assunto.

Acho importante, mas tenho lá minhas observações.

Vou deixá-las para registrá-las aqui no post de  amanhã, pois o texto de hoje já está bem longo.

É que outro aniversariante pede passagem.

Na noite de segunda, dia 4.

Foi a vez do mestre Zeca Pagodinho

sacudir o Rio de Janeiro

para comemorar seus sessentinha.

Aliás, Galvão, Diogo Nogueira,

Júnior, que estavam no programa,

lamentaram perder o encontro

de bambas na Cidade do Samba.

Aliás, fico lhes devendo uma crônica sobre Pagodinho e o samba.

Ele merece.

Fica para breve. Podem me cobrar!

Parabéns aos aniversariantes!

 

 

 

 

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