André Janones, o herói improvável da vitória de Lula/Ricardo Stuckert
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“Pessoal, urgente!”
Aproveito o aniversário de 81 anos de Lula para juntá-lo ao Janones em um só post.
Minha reverência e meu agradecimento público a ambos.
O Brasil que hoje as forças progressistas de todo o Planeta aplaudem e louvam mundo afora como exemplo de povo que combateu o bom combate, lutou pela preservação da democracia e dignifica o Amor, a Paz, a Fraternidade e a Esperança como a pedra angular de todos os que ousam sonhar o sonho que se sonha junto…
Pois bem, eu diria que o Brasil redivivo, exemplo para o mundo contemporâneo e aflito pela ameaça das sombras do nazifascismo e da destruição (dê um Google aí, e veja como ontem eu vi dezenas de vídeos com depoimentos emocionados na Espanha, na França, Inglaterra, Alemanha, pela nossa conquista nas eleições de domingo)… O Brasil redivivo, volto a dizer, é fruto não só mas muito especialmente desses dois batutas.
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Conto-lhes a minha história – e creio que, desconfio, seja a de muitos.
Aquele primeiro turno das eleições foi uma traulitada, das mais contundentes. Não só porque o Sórdido quase levou no primeiro turno, mas principalmente pela razão de que um discurso deflagrador de ódio, ganância, divisionismo perverso e destruição havia contaminado a maior parte dos brasileiros – alguns, registro tristemente, sei lá por quais motivos bem próximos a mim.
Particularmente, eu já havia resistido, à minha maneira, diga-se, a algumas traulitadas vida afora. A vitória de Jânio Quadros sobre Fernando Henrique Cardoso em 1985, quando ambos disputarama Prefeitura de São Paulo seis meses após a redemocratização do País. Aquela ignóbil sessão do Congresso que chancelou o impeachment da Dilma. A traição de Michel Temer, o impostor. A ascensão do lava-jatismo com a cumplicidade nefasta de colegas da imprensa. O surgimento do bolsonarismo miliciano e a chegada ao Palácio do Planalto do Zero-Zero e seus nefastos generais de estimação…
Paremos por aqui. Tem mais. Mas, repito, paremos por aqui.
Lamentações não viram voto.
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O que quero lhes dizer mesmo é o seguinte – dois pontos, parágrafo, aspas para mim mesmo.
Estava troncho, desalentado mesmo, naquela madrugada de 4 de outubro quando o acaso – sim, ele mesmo, o acaso ou o algoritmo ou ambos me levaram para o canal de um rapazote, um tanto malucobeleza, com sotaque mineiro acentuado, que dizia com a maior convicção do mundo:
“Nós vamos virar. Se acreditarem em mim, vamos vencer essas eleições e fazer de Lula da Silva presidente.”
O canal tinha pouco mais do que 50 mil seguidores e o estrambólico nome (em versal, como se dizia na época dos linotipistas; se não sabe o que é procure na IA) EXÉRCITO DE LULA… Sou um cético, meus bom leitores bem me conhecem. Mesmo sim, lembrei-me das façanhas de O Incrível Exército de Brancaleone (direção de Mario Moniceli/1966), reverenciei a memório dos atores e protagonistas Vitorio Gassman e Gian Maria Volonté e me inscrevi no canal. Quer dizer, fiz melhor: alistei-me no tal Exército com o naco de esperança e sonhos que ainda havia em mim.
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O que veio depois, hoje, todos sabemos e agora…
EXPLODAM de orgulho e honradez, amigos, por se posicionarem do lado certo da História.
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Do Instagram do deputado federal André Janones, hoje:
“Poucas pessoas até hoje me perguntaram de onde vem esse carinho, respeito e devoção que eu tenho pelo presidente Lula. Creio que ele mesmo sabe de onde vem. Então vou contar aqui de forma resumida: eu nasci muito pobre, filho de uma empregada doméstica, e por várias vezes a vida quis me fazer desistir, porém nesses momentos eu lembrava de um certo migrante nordestino, que nasceu na miséria, passou fome e decidiu mudar o país levando o povo pobre, o povo trabalhador , a ser tratado com dignidade, através de inúmeras politicas publicas. Mas o curioso é que eu nunca fui beneficiário de nenhuma dessas políticas públicas, eu fui beneficiário da esperança que esse homem fez brotar em mim. É possível quantificar a quantidade de pessoas beneficiadas pelo que ele implementou, mas jamais permitiremos ter a dimensão de quantos ele permitiu sonhar!
Feliz aniversário presidente, que Deus continue abençoando o senhor e dando longa vida pra que o senhor continue cuidando do nosso povo!
O Brasil parabeniza e reverencia o seu filho mais ilustre!”
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DEPOIMENTO do prefeito de Nova York
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